Ele tinha um sorriso que
colocava cores no mundo. Um sorriso macio de quem sabe que a vida pode e deve
ser bem vivida, de quem entende que pode fazer com que o mundo e as pessoas
sejam melhores. Ele tinha esse dom, fazia parte de cada gesto contido em sua alma.
Fazia parte de sua suave existência tocar e curar as dores mais profundas. Ele fazia transbordar carinho e amor, sem forçar colocava sorrisos em rostos tristes, fazia corações desejarem a felicidade plena e os mais sinceros abraços. Ele conquistava por pouco, por ser gentil, por ser real, inclusive por ser humano. Ele era raro, pouco convencional e, por isso, tão difícil de encontrar. Ele era a peça que ficou faltando no quebra-cabeça, a figurinha que não veio no último cromo disponível. Ele era essencialmente parte de um todo que não pôde mais existir. Essencialmente parte de um todo-amor que existe em mim.
Ps1.: Parabéns por este dia!
Ps2.: É o último que escrevo, tentarei cumprir. Prometo!
Ps1.: Parabéns por este dia!
Ps2.: É o último que escrevo, tentarei cumprir. Prometo!
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