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sábado, 10 de janeiro de 2015

2014/2015

Ainda não sei definir o que foi esse fim/início de ano pra mim. Uma mistura de emoções talvez chegue perto de alguma explicação do que tenha sido. Ou, quem sabe, uma experiência inusitada que teve um resultado tão incrivelmente maravilhoso que ainda não deu tempo de contabilizar os ganhos. Estar com a família é sem dúvida uma dádiva, ainda mais quando você se sente amada e querida. Recebendo de todos os lados carinhos, demonstrações de afeto sejam através de palavras, abraços, beijos ou pequenos gestos fofos e discretos. Eu nunca tinha sentido que estar entre primos e tios seria tão bom. Tantos sorrisos, passeios, cantorias e até princípios de estresse fizeram desta viagem diferente. 
Ir ao Maracanã assistir à um jogo, um sonho pra quem tem como amor o futebol (muito embora a maioria da torcida fosse do Flamengo! ¬¬), ver o Juninho Pernambucano - divo, mito, ídolo, Rei - jogando ao vivo, passear e andar pelo lindo Jardim Botânico, pela pista Claudio Coutinho na Urca (por favor, quero morar na Urca!), pela praia da Barra, descobrir os encantos de Niterói e seu Parque da Cidade e suas praias que possuem um dos pores de sol mais lindos de se presenciar, passar a virada do ano em Copacabana com os lindos fogos, andar horrores e terrores de metrô (e amar como se não houvesse amanhã e querer ter um pra si), sentir o calor do agitado centro, entrar em livrarias gigantescas, esbarrar em um Bob's  a cada esquina, correr atrás de um restaurante "japa" e ir à São Januário (completamente alone) num domingo de manhã. 
Enfim, retornar dessa viagem tão curta, mas tão especial não tem sido fácil. Ainda mais quando a única vontade é de voltar correndo pra lá. Contudo, quem sabe se isso não acontece logo logo, né? Coração está cheio de vontade e muito feliz. Por hora, isso que importa! 

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Rio 2013

Hoje completa 1 ano que viajei pro Rio de férias. Minha primeira viagem completamente alone e, portanto, marcante. Não só por isso, mas também por reencontrar familiares que não via há algum tempo. Sendo assim, pelos próximos 10 dias serei o puro exemplo do que a saudade é capaz de  fazer no ser humano. E por causa disso e da necessidade de expor meus sentimentos sem ser chata no twitter optei por fazer isso aqui. Meu blog, minhas regras! (Risos). 
Enfim, começo por hoje lembrando do quão difícil foi dormir no avião (não consegui, óbvio), do quão fofo era o guri que pediu pra sentar do meu lado e que me perguntou, quando o avião desceu (era voo direto), se estávamos em São Paulo e eu respondi animadamente que não, que estávamos no Rio. Além disso teve o piloto simpático (amo/sou pilotos simpáticos que amam soltar uma gracinha diretamente da cabine) que disse todo feliz que o desembarque ia ser na pista e que, naquele instante, a temperatura era 18 graus na cidade maravilhosa. Eu, linda e meiga, acostumada com o calor deste Maranhaozão pensei inocentemente "18 graus, deve tá de boa" daí fui caminhando naquela filinha do passinho curto que se forma no corredor até a porta. Cumprimentei a tripulação, me virei pra porta e pá levei um tapa de vento gelado de 18 graus. Imediatamente quis retornar pro quentinho do avião, mas já estava na escada. Não tinha jeito. Desci a escada achando que a qualquer momento ia rolar, quando finalmente desci andei apressademente pro ônibus que já estava cheio. Nem me importei de ir em pé quase na porta. 
Já na esteira de pegar as malas achei que fosse ficar lá pra sempre. Vi trocentas malas iguais a minha e nenhuma de fato era. Além de quase ter precisado sair correndo atrás de moço que pegou minha maletinha por engano, sorte que ele percebeu e devolveu logo. A ansiedade pela espera da mala não é aliviada pela tv que mostra o pessoal jogando nada delicadamente os nossos pertences na esteira. Enfim, minha mala veio e eu me preparei psicologicamente e fisicamente para arrancá-la daquela maldita esteira que parecia acelerar antes de conseguirmos tirar o que quer que seja de lá. Depois de uma luta (espero que ninguém tenha prestado atenção) fui caminhando até o portão de desembarque para o abraço da família. Tá, mas cadê a família?
Para a minha sorte logo vi minha tia pequeninha se esticando toda para me ver entre as outras pessoas. Depois veio meu tio que tinha ido estacionar, aí meu outro tio (meu tio-spider) chegou e a festa se fez. Mas ainda faltava minha tia (êta lêlê que é tio que não acaba mais) que era pra onde eu ia ficar. Ela demorou pra chegar e eu a essa hora já era só a cara da fome. Então meu tio-spider foi me comprar um cafézinho, contudo ele esqueceu de me avisar que era expresso sem açúcar (magina a delícia que era! Argh... amo café, mas expresso sem açúcar já é obsessão demais) então engoli tudo na fé. Mas a fome não passou (e nem podia, né?) até que minha tia chegou e nós fomos forrar a burra tomar café da manhã, porque já eram quase 7h30. Nunca comi tanto pão de queijo na minha vida. 
A ida pra casa foi divertida, olhando a paisagem incrivelmente encantadora do Rio. O resto do dia foi de descanso. Afinal, a aventura estava só começando. 

sábado, 17 de agosto de 2013

Férias viajantes.

Voltei de 10 dias de nostalgia, reconhecimento e novidades, de experiências legais e momentos inesquecíveis. Ir à São Januário foi mais encantador do que esperava, conheci o Ricardo Gomes e assisti ao treino dos jogadores. Só não vi o Juninho, infelizmente, mas foi maravilhoso. Revi meus familiares e conheci meus priminhos. Enfim, foi muito bom. Ainda passei por Recife, meu eterno lugar amor. Muito embora eu tenha perdido os shows do Flávio Venturini e da Fernanda Takai, contudo ganhei um reply dela no Twitter. Haha 


Sim, é ele, o Ricardo Gomes! \o/

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Hey, ho, let's go!

Bom, está quase na hora de partir. Um até logo com vontade de adeus, pois a vontade de não voltar se faz maior e mais constante. Contudo, enquanto o adeus ainda não chega, contento-me em retornar e aguardar pela partida definitiva. Com a esperança de que a cada dia vivido ela se torna mais próxima, sendo isso que aumenta o meu desejo por viver e existir, por saber que em um futuro existe você e que, assim que possível , pode se tornar o presente. Vejo meus sonhos em você, quero estar contigo, quero morar em você. Já diria o Vinicius Calderoni, "por alguma razão que desconheço você veio morar dentro do meu querer" e isso se aplica muito bem. Vamos lá, Recife, torne-se real para mim. 

Obs1.: Chegando de madrugada no Rio de Janeiro, na volta, me encontrarei em seu território, Recife. Com o intuito de diminuir a saudade e reforçar minha vontade de você. 
Obs2.:Ser der na telha já fico por lá mesmo. Rs'