Ainda não sei definir o que foi esse fim/início de ano pra mim. Uma mistura de emoções talvez chegue perto de alguma explicação do que tenha sido. Ou, quem sabe, uma experiência inusitada que teve um resultado tão incrivelmente maravilhoso que ainda não deu tempo de contabilizar os ganhos. Estar com a família é sem dúvida uma dádiva, ainda mais quando você se sente amada e querida. Recebendo de todos os lados carinhos, demonstrações de afeto sejam através de palavras, abraços, beijos ou pequenos gestos fofos e discretos. Eu nunca tinha sentido que estar entre primos e tios seria tão bom. Tantos sorrisos, passeios, cantorias e até princípios de estresse fizeram desta viagem diferente.
Ir ao Maracanã assistir à um jogo, um sonho pra quem tem como amor o futebol (muito embora a maioria da torcida fosse do Flamengo! ¬¬), ver o Juninho Pernambucano - divo, mito, ídolo, Rei - jogando ao vivo, passear e andar pelo lindo Jardim Botânico, pela pista Claudio Coutinho na Urca (por favor, quero morar na Urca!), pela praia da Barra, descobrir os encantos de Niterói e seu Parque da Cidade e suas praias que possuem um dos pores de sol mais lindos de se presenciar, passar a virada do ano em Copacabana com os lindos fogos, andar horrores e terrores de metrô (e amar como se não houvesse amanhã e querer ter um pra si), sentir o calor do agitado centro, entrar em livrarias gigantescas, esbarrar em um Bob's a cada esquina, correr atrás de um restaurante "japa" e ir à São Januário (completamente alone) num domingo de manhã.
Enfim, retornar dessa viagem tão curta, mas tão especial não tem sido fácil. Ainda mais quando a única vontade é de voltar correndo pra lá. Contudo, quem sabe se isso não acontece logo logo, né? Coração está cheio de vontade e muito feliz. Por hora, isso que importa!