Hoje completa 1 ano que viajei pro Rio de férias. Minha primeira viagem completamente alone e, portanto, marcante. Não só por isso, mas também por reencontrar familiares que não via há algum tempo. Sendo assim, pelos próximos 10 dias serei o puro exemplo do que a saudade é capaz de fazer no ser humano. E por causa disso e da necessidade de expor meus sentimentos sem ser chata no twitter optei por fazer isso aqui. Meu blog, minhas regras! (Risos).
Enfim, começo por hoje lembrando do quão difícil foi dormir no avião (não consegui, óbvio), do quão fofo era o guri que pediu pra sentar do meu lado e que me perguntou, quando o avião desceu (era voo direto), se estávamos em São Paulo e eu respondi animadamente que não, que estávamos no Rio. Além disso teve o piloto simpático (amo/sou pilotos simpáticos que amam soltar uma gracinha diretamente da cabine) que disse todo feliz que o desembarque ia ser na pista e que, naquele instante, a temperatura era 18 graus na cidade maravilhosa. Eu, linda e meiga, acostumada com o calor deste Maranhaozão pensei inocentemente "18 graus, deve tá de boa" daí fui caminhando naquela filinha do passinho curto que se forma no corredor até a porta. Cumprimentei a tripulação, me virei pra porta e pá levei um tapa de vento gelado de 18 graus. Imediatamente quis retornar pro quentinho do avião, mas já estava na escada. Não tinha jeito. Desci a escada achando que a qualquer momento ia rolar, quando finalmente desci andei apressademente pro ônibus que já estava cheio. Nem me importei de ir em pé quase na porta.
Já na esteira de pegar as malas achei que fosse ficar lá pra sempre. Vi trocentas malas iguais a minha e nenhuma de fato era. Além de quase ter precisado sair correndo atrás de moço que pegou minha maletinha por engano, sorte que ele percebeu e devolveu logo. A ansiedade pela espera da mala não é aliviada pela tv que mostra o pessoal jogando nada delicadamente os nossos pertences na esteira. Enfim, minha mala veio e eu me preparei psicologicamente e fisicamente para arrancá-la daquelamaldita esteira que parecia acelerar antes de conseguirmos tirar o que quer que seja de lá. Depois de uma luta (espero que ninguém tenha prestado atenção) fui caminhando até o portão de desembarque para o abraço da família. Tá, mas cadê a família?
Para a minha sorte logo vi minha tia pequeninha se esticando toda para me ver entre as outras pessoas. Depois veio meu tio que tinha ido estacionar, aí meu outro tio (meu tio-spider) chegou e a festa se fez. Mas ainda faltava minha tia (êta lêlê que é tio que não acaba mais) que era pra onde eu ia ficar. Ela demorou pra chegar e eu a essa hora já era só a cara da fome. Então meu tio-spider foi me comprar um cafézinho, contudo ele esqueceu de me avisar que era expresso sem açúcar (magina a delícia que era! Argh... amo café, mas expresso sem açúcar já é obsessão demais) então engoli tudo na fé. Mas a fome não passou (e nem podia, né?) até que minha tia chegou e nós fomosforrar a burra tomar café da manhã, porque já eram quase 7h30. Nunca comi tanto pão de queijo na minha vida.
A ida pra casa foi divertida, olhando a paisagem incrivelmente encantadora do Rio. O resto do dia foi de descanso. Afinal, a aventura estava só começando.
Já na esteira de pegar as malas achei que fosse ficar lá pra sempre. Vi trocentas malas iguais a minha e nenhuma de fato era. Além de quase ter precisado sair correndo atrás de moço que pegou minha maletinha por engano, sorte que ele percebeu e devolveu logo. A ansiedade pela espera da mala não é aliviada pela tv que mostra o pessoal jogando nada delicadamente os nossos pertences na esteira. Enfim, minha mala veio e eu me preparei psicologicamente e fisicamente para arrancá-la daquela
Para a minha sorte logo vi minha tia pequeninha se esticando toda para me ver entre as outras pessoas. Depois veio meu tio que tinha ido estacionar, aí meu outro tio (meu tio-spider) chegou e a festa se fez. Mas ainda faltava minha tia (êta lêlê que é tio que não acaba mais) que era pra onde eu ia ficar. Ela demorou pra chegar e eu a essa hora já era só a cara da fome. Então meu tio-spider foi me comprar um cafézinho, contudo ele esqueceu de me avisar que era expresso sem açúcar (magina a delícia que era! Argh... amo café, mas expresso sem açúcar já é obsessão demais) então engoli tudo na fé. Mas a fome não passou (e nem podia, né?) até que minha tia chegou e nós fomos
A ida pra casa foi divertida, olhando a paisagem incrivelmente encantadora do Rio. O resto do dia foi de descanso. Afinal, a aventura estava só começando.
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