Mostrando postagens com marcador Março. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Março. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 13 de março de 2017

Siga esse som

Siga esse som de março vem nas ondas sonoras de Maglore que, talvez, muito me represente neste momento.

Enquanto Sós
(Maglore)
  
Se esse sol não vier
O amanhã é pouco pra dizer que é só ilusão
A escuridão

Se essa cor não vier
Preto e branco é todo universo de habitação
Pra se perder, se achar e se entender
Pra reviver

Eu só queria ter você no coração
Sem ter toda essa tristeza
Em que pese ser amor
Nunca temos a certeza
De que estamos sós, até o fim

Toda dor pesa a fé
De que um dia o tempo feche essa cicatrização
Sem dar vazão...
Mas toda paz é tão certa
Quanto a alegria de saber lidar com a solidão
E perceber, na realidade crer
Pra renascer

Eu não queria emudecer com a razão
E emitir tanta frieza
Se pudesse ser mais são
Ia ver toda beleza
De que enquanto sós...
Somos união

sexta-feira, 18 de março de 2016

Siga esse som

Março e uma excelente música pra recordar de algumas coisas! ❤


Venda vã
(Dani Black, Paulo Novaes e Pedro Alterio)

Venda vã, que te impede de ver mais a fundo
E de que vale ter o próprio mundo 
Se dentro dele há só você?

Se liberte 
Tem mais sabor o pão que se reparte
E quem se isola perde a melhor parte
Se não tem ida, não tem volta

Para que se vendar e perder tudo à sua volta
Por que não desvendar os por quês e viver a solta?
Se a corda que te acorda pra ser único
É a mesma que te enforca quando não propõe
Que prove a outra face da maçã

Tire a venda vã para ver ao redor
Deve haver nesse mundo algo a que dar valor
Do inteiro ter uma nova metade
Saiba desfrutar do prazer de olhar pro seu ser sem alarde
Lembre de se dar valor
Mas sem se prender só a sua vaidade

Mente sã, quero achar, respirar, feche o vidro da redoma
Pra poder se envolver e ouvir o que o outro diz
Sem podar, reprimir, se perder, o instinto arredonda
Ser você ainda é o melhor para ser feliz

Tire a venda vã para ver ao redor
Deve haver nesse mundo algo a que dar valor
Do inteiro ter uma nova metade
Saiba desfrutar do prazer de olhar pro seu ser sem alarde
Lembre de se dar valor
Mas sem se prender só a sua vaidade

Mente sã, quero achar, respirar, feche o vidro da redoma
Pra poder se envolver e ouvir o que o outro diz
Sem podar, reprimir, se perder, o instinto arredonda
Ser você ainda é o melhor para ser feliz

   Venda vã, vendaval no seu mundo de giz.


PS.: Estava precisando ouvir essa música. Obrigada!

terça-feira, 21 de abril de 2015

São Januário, uma eterna paixão!

Era sexta, mas não uma sexta qualquer e nem poderia ser diante do que estava para acontecer. Uma tarde típica de verão no Rio de Janeiro, 15h30 pelo horário de Brasília, o sol e o engarrafamento atordoavam qualquer um que precisava sair de casa. Mas nada poderia atrapalhar a tão estimada missão.
O 473 vinha a passos curtos no engarrafamento que se arrastava desde onde a vista alcançava pela Paulo de Frontin até onde os olhos não podiam ver. Tudo quase parado de um ponto a outro. Mesmo assim, o importante era seguir firme e forte até o objetivo final. E assim foi, devagarzinho até a Leopoldina um pouco antes da entrada que traça caminho para São Cristóvão. O percurso foi tranquilo de lá, entre obras e curvas, até o ponto final onde o 473-São Januário vira 473-Lido. 
A emoção começa a transbordar assim que é possível ver a primeira placa indicando que o C.R.Vasco da Gama se aproxima. Logo em seguida uma muralha gigantesca se impõe, de forma absurda e arrepiante, entre as demais edificações. Em cada curva, mãozinhas de quem tem muito amor pelo Vasco nos guiam até o instante em que a muralha dá lugar a um dos prédios de fachada neocolonial mais lindas que já vi. 
São Januário sempre vai me encantar, independente de quantas vezes eu for o visitar. Uma emoção que transborda pelos poros e é facilmente identificada pelo imenso sorriso bem feliz no rosto. Os olhos brilham e tudo lá precisa ser minuciosamente observado, pois cada detalhes traz uma paz. Um amor maior do que qualquer outro. Impossível de explicar, pois só quem sente sabe e guarda em si tamanha grandiosidade. 
E hoje, em mais um aniversário, nada mais justo que comemorar e muito. Afinal, são 88 anos de pura história, dignidade e glórias. Além de muito amor e orgulho. Parabéns, São Janú, por nos fazer tão felizes. 

Eu, Hud e Talita sendo felizes em São Janú!

segunda-feira, 16 de março de 2015

Março.

Março começou mais florido, como se colorisse todo o mundo. Tirando da vida toda dor e trazendo de volta um sentimento de leveza e esperança. Março marcou o início de algo novo, de uma nova forma de se encantar e viver. Novos sonhos, caminhos e desejos. Gerando um certo desapego e uma vontade de crescer pro mundo, de voar mais vezes e mais longe. E que assim seja, afinal, a vida está só começando. 

segunda-feira, 3 de março de 2014

Siga esse som...

O "Siga esse som..." de março chega contando sobre alguém que surgiu na minha vida musical entre o final de 2013 e início de 2014. Daí alguém pode perguntar "ué, mas por que então só apareceu por aqui agora, em março?" e eu respondo: porque a vida é uma caixinha de surpresa que guardou esse mocinho de forma que tivesse destaque no momento exato para isso. Sendo bem sincera, Juca Chuquer foi um fruto da minha desatenção. Da primeira vez que o ouvi com a música "Nossa Hora" pensei "música legal, voz legal." e ficou por isso mesmo, contudo ele sempre esteve por perto (por mais louco que isso possa parecer, mas foi desse jeito mesmo) como quem esperasse tranquilamente pela sua vez, veio "bem devagar como alguém que nem parece estar lá", sem pressa, super suave e assim foi invadindo a minha vida. Certo dia, ouvi a música "Pode Ser" e foi como se algo despertasse em mim, um encantamento por uma voz linda, por músicas lindas e pelo próprio Juca que é um lindo também (muita sinceridade num post só!hehe). Acho que a partir da música dele ganhei um amigo musical que vem ocupando meu dia a dia de um jeito muito especial, pois para onde vou ou estou o ouvindo ou cantarolando suas músicas (pondo fim a um vazio que tanto me consumia). Bom citar também que as músicas do Juca se tornam admiráveis pela simplicidade em falar de sentimentos e sobre o que nos toca de verdade. Além dele interpretar de forma bem clara e sutil dando pra compreender de imediato o que quer dizer. Por isso, segue a música que me despertou para o talentosíssimo e engenheiro (3bjs pros meus professores da elétrica que diziam que engenharia não combinava com arte. ;***) Juca Chuquer e aproveito também para agradecer imensamente pelo seu trabalho, para desejar todo sucesso e para dizer que estou na torcida por um show aqui (tais palavras são para caso, um dia, ele leia isso. haha).  


Pode Ser
Juca Chuquer

Faz cara de quem quer demais, 
Mas nem por isso vai ficar 
Vem bem devagar como alguém que nem parece estar lá

Faz de quem não faz 
Me faz querer mais 
Me mostra o teu calor de maneira sincera 
E se for pra mentir 
Faça-me o favor de ir embora ou fica um pouco mais,
Mas me mostra por que

Pode ser que eu não te mereça
Pode ser que seja só paixão e pouco amor,
Mas eu sei que você me deixa tanta incerteza
 Faz de mim querer saber

Tem jeito de quem quer falar 
Mas não quer se comprometer
Faz cara de quem quer sempre mais
Mas tem receio de perder 

Faz de quem não faz 
Me faz querer mais 
Me mostra o teu calor de maneira sincera
E se for pra mentir 
Faça-me o favor de ir embora ou fica um pouco mais
Mas me mostra por que

Pode ser que eu não te mereça
Pode ser que seja só paixão e pouco amor,
Mas eu sei que você me deixa tanta incerteza
 Faz de mim querer saber. 



Vale lembrar que esta composição foi feita em parceria com o talentoso Paulo Novaes que também vai aparecer por aqui.

Mais Juca Chuquer:
Youtube: https://www.youtube.com/user/JucaChuquer

terça-feira, 12 de março de 2013

Siga esse som..


Março chegou e o Siga Esse Som vai de Forfun com a música Panorama. Não conhecia muito bem a banda, mas já tinha escutado falar. Quanto à música achei bem interessante. ^-^ 

Panorama
Forfun

Vivemos rente aos trópicos
Onde as águas de março costumavam fechar o verão
Alimentamos Pensamentos utópicos
E usamos a biodiversidade como fonte de inspiração
Vejo uma senhora vendendo balas em frente ao metrô
No campo, máquinas substituem o agricultor
Imagino como era tudo no tempo do meu avô
Quando não existiam telefones celulares, garrafas pet e nem isopor
Dos bangalôs da Tailândia aos barracos do Vidigal
Dos iates em Ibiza aos soundsystems em Trenchtown
Há algo que move a todos com a mesma força vital
A busca da felicidade e a realização pessoal
Se canta com força, com força a vida
Mantém essa chama que há em você no peito contida
De relance me vejo pedalando um camêlo
Coqueiros e areia em primeiro plano e ao fundo um navio petroleiro
Calotas polares derretem e modificamos códigos genéticos em nome da ciência
o Homo se diz Sapiens, mas o que mais lhe parece faltar é a sapiência
Que o espaço-tempo é curvo, Einstein provou a partir de um lampejo
Realmente não sei se o que você chama de verde é a mesma cor que eu vejo
Alheia a isso, a maioria continua exaltando o luxo e a propriedade privada
Esquece que caixão não tem gaveta
E que dessa passagem, a aprendizagem é a única bagagem levada
Mas há crianças, há sorrisos, há o Maraca domingo
O panorama não agrada, mas não há porque se desesperar
Pela simples noção de que é uma dádiva estar vivo
De que os caminhos são lindos, e é necessário caminhar
Se canta com força, com força a vida
Mantém essa chama que há em você no peito contida
Se canta com força, com força a vida
Mantém essa chama que há em você no peito contida.