Ela caminhou sem saber pra
onde ir, parecia perdida dentro de um sonho. Um sonho estranho, rápido e muito
bem decido sem espaços pra dúvidas. Contudo, ela não entendia, não compreendia
o que significava. Apenas sentia. Sentia que precisava caminhar. Quanto e
pronde, não sabia porque não importava mais. Ela caminhou até encontrar algo
que a fizesse entender o que estava passando. Então, certo momento, ela
compreendeu que não precisava mais andar, porque o que sentia não lhe pertencia
mais e parou. Parou de andar, de pensar, de sonhar e acordou. Acordou de um susto de devaneios mal decididos e com muitos espaços para dúvidas, contudo ela não quis duvidar, nem devanear. Ela apenas quis ficar parada, até quando parar e não pensar fosse interessante e necessário.
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