Ano novo, vida nova... é sempre bem isso que falamos e, que no fundo, acreditamos. O que não é de todo ruim, já que quando se cria limites de tempo conseguimos nos manter dentro do que se pode julgar ser coerente e admissível. Dessa maneira tudo fica bem mais fácil, afinal, prazos nos dão noção do que somos e podemos fazer o que é infinitamente importante.
Contudo, esse ano não sei ao certo o que esperar ou o que querer, bem verdade que não parei pra pensar (talvez eu ainda não queira pensar nisso). Com certeza ao final deste ano terei muita coisa vivida e um bando de experiências no qual vou poder postar por aqui.
Enfim, ainda estou sob efeito de 2012 que apesar de muita coisa foi um ano bem bom. Talvez seja isso que eu queira, que 2013 seja um ano tão bem bom quanto 2012 (só que sem aquele desespero todo que teve no primeiro semestre). Se não for pedir muito... bem que 2013 poderia não ter doses de sofrimento, poderia ser um ano puramente feliz, de tranquilidade constante e nada de aperreios. Acho que preciso um pouco disso (devido aos últimos 4 anos em que 2012 foi o mais relax).
Como essas ideias não parecem nada compatíveis comigo, fico muito satisfeita se 2013 for, simplesmente, um ano diferentemente bom. :D
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