quinta-feira, 7 de junho de 2012

Sonhar...


Sonhar. Simplesmente sonhar. Não entender o porquê de sonhar, só sonhar. Sonhar é inerente, sem preconceito, sem distinção, sem limites. Os sonhos não possuem padrões, são até reais.

Expressam de forma mais sincera nossos mais profundos desejos, sem desvios ou intermédios. Nos sonhos somos nossa real imagem, somos aquilo que sentimos. Somos verdadeiramente, naturalmente o que somos enfim.

Nos sonhos, tudo e nada são permitidos. Sonhar vai além do que julgamos ser o ser. Sonhar é um bem fantástico, um momento grandioso e único que deve ser aproveitado da melhor maneira possível.

Sonhar é sorrir diante do choro, agradecer diante do que é desastroso. É relevar o inconveniente, diminuir distâncias, encurtar sofrimentos, é expandir leveza, tornar o impossível possível, acreditar no que não se acredita mais, renovar o que se pensa e repensar o começo, o meio e o fim.

Por vezes, sonhar é um refugio da solidão. Por outras, um espaço de descoberta,  um instante de vida e de viver, de aprender e reconhecer, de respirar, de tranquilidade. Sonhar sempre me ajudou, me motivou, me fez lutar e alcançar meus objetivos. Foi onde encontrei as minhas razões para seguir adiante, onde achei a força pra continuar meu caminho e chegar onde quis e onde quero.

Seguirei sonhando, confiando e respirando com o máximo de tranquilidade que me for permitido. E não desistir de sonhar, independentemente do que ocorra. Sonhar, apenas. 

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