sexta-feira, 27 de maio de 2011

Errar...


Errar, é muito fácil realizar tal atitude. Difícil mesmo é identificar, assumir e consertar o erro. Talvez as pessoas não erram por querer, nem não peçam desculpa para não ter o ego ferido. Talvez não assumam o erro por simplesmente não percebê-lo. Quem sabe aquilo tenha se tornado tão natural que passa até despercebido.

Dizem por aí que persistir no erro é burrice. Bom, eu não acredito nisso, pelo menos não mais. A vida é bem mais do que erros e acertos. Errar chega a ser inerente o ser humano. Quem nunca errou?

Não nego que existem erros e erros, e que analisá-los e classificá-los de maneira semelhante seria injusto. Entretanto, deixar que um erro transforme, domine e vire a nossa vida de cabeça para baixo é dar importância a inutilidade.

Errar é aprender, errar para melhorar. Quem reconhece seus erros é sábio, pois aprendeu a aproveitar cada instante da vida sem se martirizar, aprendeu a real função do erro.

Errar nos dá a oportunidade de sermos humildes. Começo a acreditar que a função do erro seja até mais importante que a do acerto, porque ele chega a ser um medidor de solidariedade. Por vezes os acertos afastam as pessoas umas das outras, podendo até gerar sentimentos ruins. Já o erro, testa os sentimentos bons existentes dentro de cada um de nós.

Não é o erro em si, mas o que ele pode nos ensinar.

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