Parece que acabou o tempo de poesia. Deixou de sair entre a leveza do sentir e o pesar da existência. Nada parece ter sustentado o vício de poetizar. Nem mesmo a vontade de não mais poetizar. Como se o tempo de poesia sincera e espontânea fosse tão raro que nem valesse a pena tentar sincronizar palavras. Forçar a poesia não tem sentido, nem amor. Forçar a poesia não faz de mim poeta, mas sim tortura[dor].
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