Ela pedia mais da vida e a vida devolvia o não. Ela deu um tempo de tudo, de si e percebeu que de nada adiantaria. Ela não queria mais um não da vida. Ela queria apenas a vida e tudo que pode se ter de bom. Seria pedir muito? Se questionava, mas era só uma pergunta vã. Vagando pela existência do inquestionável, do que não vai se obter resposta. Ela voltou a insistir. Mesmo sabendo que seria indevido. Ela voltou a não ser mais sobre sim, ela voltou a ser sobre si.
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