quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Muito o que dizer.
Muito o que sentir.
Muito o que fazer.
Muito.
Muitas vezes preenchido de pouco.
Muitas vezes só um instante.
Um olhar.
Um sorriso.
Uma imensidão de sentimentos.
O muito pensado, gerido e transformado em nada.
O muito que se perde na grandeza do infinito de razões pra se ser muito.
O muito prazer.
O muito só.
O sinto muito.
Muito daquilo que o mundo precisa.
Muito daquilo que o corpo pede.
Muito de tudo que se entende.
Muito de cada um.

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