A flor morreu, se foi, não mais floresceu.
Como se ainda fosse importante se decompôs.
Para ser útil, enfim.
Já que se frustara com a beleza que não tinha e o aroma que não exalava.
Não tinha importância, não era vista.
Uma flor viva, mas morta. E morreu, para assim viver.
No eterno.
No pra sempre.
E no seu lugar ficou o vazio
Que antes era apenas um vazio preenchido
Mas que hoje é um vazio vazio.
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