Desde os tempos mais remotos, o homem sente a necessidade de se relacionar. Entrando em contato com outros seres, sendo possível expressar opiniões, ideias, compartilhar alegrias e tristezas.
A partir desta necessidade surgiu a figura do amigo. Um ser em que se encontra características, pensamentos, escolhas, desejos e objetivos que podem ser compatíveis ou não com as dos que necessitam.
Quando duas crianças se veem pela primeira vez, na escola ou no parque, não é preciso muito tempo para que estejam brincando como se já se conhecessem. Para que uma verdadeira amizade aconteça basta sermos o que, de fato, somos.
Em "O Pequeno Príncipe", a raposa diz ao principizinho: "Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas". Quando se cativa é preciso assumir a responsabilidade de cuidar e preservar esse bem tão importante. Entretanto, as pessoas esqueceram disso.
A amizade vem sendo vista como uma maneira de se obter vantagens, deixando a ternura, a compreensão e o companheirismo de lado. Muitas vezes, não valorizamos as amizades que temos e utilizamos do egoísmo e do individualismo para viver.
Então, resta-nos relembrar a infância para reaprender a cultivar e reconhecer a verdadeira importância da amizade.
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