sábado, 17 de abril de 2010

Extremos

Quando descobri que vivia em extremos, não fui capaz de compreender e achei que era besteira, mas com o passar do tempo, ao passo em que fui me adaptanto a uma realidade totalmente diferente da qual estava acostumada pude entender.

Nunca entendi porque palavras me machucavam tanto mais que uma surra, quando mamãe brigava comigo, por exemplo. Nem como palavras me curavam ao ponto de dar pulos de felicidade. Bom, isso não mudou muito. Cresci, mas muitas coisas não mudaram uma vírgula. Acredito que seja bom, pelo menos pra mim, para a minha existência. Isso me torna diferente, desigual, especial.

Às vezes, escuto uma música que me faz lembrar de situações não muito legais e choro, outras escuto a mesma música e me sinto a mais feliz das pessoas por ela me lembrar, também, de coisas, pessoas ou simplesmente por um acontecimento especial.

Sei que tudo isso dá a impressão de que nada faz sentido, daí tiro uma lição: o nada é sem sentido, pois cabe à você dar sentido ao nada.

2 comentários:

  1. Talissa,

    sua forma de escrever me alegra imensamente. Duas vezes. Primeiro porque você escreve com o coração. Segundo porque usa as palavras com esmero.

    Tenho muito orgulho de encontrar um pouco mais de você por aqui, com as suas palavras.

    Grande abraço da mana-dinda que a ama muito!

    ResponderExcluir
  2. Fico muito feliz em saber que você acha isso!!!
    E, realmente, espero que através de minhas palavras, que não são nada mais do que minha opinião você possa me encontrar!!!;)

    Bjs e continue lendo minhas ideias!!!Eu tenho muita coisa pra escrever!!!=]

    ResponderExcluir