quinta-feira, 30 de abril de 2015

Siga esse som...

Sobre o "Siga esse som" de abril acho que o próprio John já explica. Afinal, nós nuncas pararemos este trem.

Stop this train
(John Mayer)

No, I'm not colorblind
I know the world is black and white
I try to keep an open mind
But I just can't sleep on this tonight

Stop this train
I want to get off
And go home again
I can't take the speed it's moving in
I know I can't
But honestly, won't someone stop this train?

Don't know how else to say it
I don't want to see my parents go
One generation's length away
From fighting life out on my own

Stop this train
I want to get off
And go home again
I can't take the speed it's moving in
I know I can't
But honestly, won't someone stop this train?

So scared of getting older
I'm only good at being young
So I play the numbers game
To find a way to say that life has just begun

Had a talk with my old man
Said "help me understand"
He said "turn sixty-eight
You renegotiate"

"Don't stop this train
Don't for a minute change the place you're in
Don't think I couldn't ever understand
I tried my hand
John, honestly, we'll never stop this train"

Once in awhile, when it's good
It'll feel like it should
And they're all still around
And you're still safe and sound
And you don't miss a thing
'Till you cry when you're driving away in the dark
Singing

Stop this train
I want to get off
And go home again
I can't take the speed it's moving in
I know I can't
'Cause now I see I will never stop this train

terça-feira, 21 de abril de 2015

São Januário, uma eterna paixão!

Era sexta, mas não uma sexta qualquer e nem poderia ser diante do que estava para acontecer. Uma tarde típica de verão no Rio de Janeiro, 15h30 pelo horário de Brasília, o sol e o engarrafamento atordoavam qualquer um que precisava sair de casa. Mas nada poderia atrapalhar a tão estimada missão.
O 473 vinha a passos curtos no engarrafamento que se arrastava desde onde a vista alcançava pela Paulo de Frontin até onde os olhos não podiam ver. Tudo quase parado de um ponto a outro. Mesmo assim, o importante era seguir firme e forte até o objetivo final. E assim foi, devagarzinho até a Leopoldina um pouco antes da entrada que traça caminho para São Cristóvão. O percurso foi tranquilo de lá, entre obras e curvas, até o ponto final onde o 473-São Januário vira 473-Lido. 
A emoção começa a transbordar assim que é possível ver a primeira placa indicando que o C.R.Vasco da Gama se aproxima. Logo em seguida uma muralha gigantesca se impõe, de forma absurda e arrepiante, entre as demais edificações. Em cada curva, mãozinhas de quem tem muito amor pelo Vasco nos guiam até o instante em que a muralha dá lugar a um dos prédios de fachada neocolonial mais lindas que já vi. 
São Januário sempre vai me encantar, independente de quantas vezes eu for o visitar. Uma emoção que transborda pelos poros e é facilmente identificada pelo imenso sorriso bem feliz no rosto. Os olhos brilham e tudo lá precisa ser minuciosamente observado, pois cada detalhes traz uma paz. Um amor maior do que qualquer outro. Impossível de explicar, pois só quem sente sabe e guarda em si tamanha grandiosidade. 
E hoje, em mais um aniversário, nada mais justo que comemorar e muito. Afinal, são 88 anos de pura história, dignidade e glórias. Além de muito amor e orgulho. Parabéns, São Janú, por nos fazer tão felizes. 

Eu, Hud e Talita sendo felizes em São Janú!

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Uma dor que não é sua, mas você sente.
Sente tanto que não entende.
E toma pra si a responsabilidade por curá-la.
Mas não pode.
Ela não lhe pertence.
E dói duplamente, por senti-la e não poder fazer nada. 
Resta, apenas, pôr no peito a calma e a certeza que tudo passa. 
Até a dor alheia. 

domingo, 5 de abril de 2015

5 anos!

Despropositado e sem muita expectativa de que fosse durar. Uma mistura de diário pessoal-público (que ninguém sabe, ninguém vê, mas tá na rede!) com aglutinado de devaneios. Assim o atual "Minha Casa Imaginária", que já teve vários nomes (tantos que nem lembro quantos e quais) e várias fases (tantas que nem lembro quantas e quais), vem se mantendo nesses 5 anos. Uau, 5 anos! Quanta coisa vivida, ou não, e relatada por aqui. Entre ter 0 talento pra escrever e tendência ao infinito negativo para falar de si, eis que 5 anos de postagens é uma conquista gigantesca. O que me deixa muito contente e até orgulhosa. Sendo assim, espero poder repetir essa comemoração, que me faz tão bem, ainda por muito tempo. Parabéns ao blog! 


Bolo lindo retirado de: http://www.fotosdebolos.com.br/tag/bolo-de-5-anos

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Sobre ela

Ela chorou. Não tinha um motivo específico, algo que justificasse as lágrimas que escorriam uma a uma em seu rosto. No entanto, ela sentia que seu coração estava cheio. Por hora devaneou que eram as lágrimas presas, acumuladas. Mas ela apenas queria achar a razão para aquela dor que a consumia. Talvez por isso chorava, pensou, para aliviar aquilo que não entendia, só sentia. Após muitos dias apenas sentindo, sem muita solução, ela resolveu que só esperar que a dor se esvaísse, que o sentimento indefinido se decifrasse e sumisse não seria a melhor opção. Então, ela sorriu. Sorriu de si e saiu. Foi encontrar jardins floridos para colorir o seu coração, passeios e caminhos indeterminados que a levassem onde precisava ir, mesmo que não soubesse. Até porque isso não importava mais. E mergulhou num mundo de encantos, livre para voos e voou. Voou para dentro de si e fez com que toda dor fosse sumindo a cada passo interno. Quando retornou de si estava leve, de coração ameno e assim foi viver o que tinha pra ser vivido, sem dor, sem lágrimas, apenas zen, bem.