segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Siga esse som...

Dezembro: ❤

Bold as Love
(Jimi Hendrix)

ANGER!

he smiles,
towering in shiny metallic purple armour
Queen Jealousy, envy waits behind him
Her fiery green gown sneers at the grassy ground

Blue are the life-giving waters taken for granted,
They quietly understand
Once happy turquoise armies lay opposite ready,
But wonder why the fight is on
But they're all bold as love, yeah, they're all bold as love
Yeah, they're all bold as love
Just ask the axis

My red is so confident that he flashes trophies of war,
and ribbons of euphoria
Orange is young, full of daring,
But very unsteady for the first go round
My yellow in this case is not so mellow
In fact I'm trying to say it's frigthened like me
And all these emotions of mine keep holding me from, eh,
Giving my life to a rainbow like you
But, I'm eh , yeah, I'm bold as love
Yeah, yeah
Well I'm bold, bold as love (hear me talking, girl)
I'm bold as love
Just ask the axis (he knows everything)
Yeah,
yeah,
yeah!

sábado, 5 de dezembro de 2015

...

Aquela listinha clássica de coisas e pessoas que não valem mais tão a pena manter na vida. Parece que 2015 foi um ano em que desisti de muita gente, talvez isso tenha bem lá no fundo um sentido muito bom. Quem sabe, né?!

sábado, 28 de novembro de 2015

Sobre ela

Um misto de alegria e frustração resumiu aquela manhã de terça-feira. Ela lembrava de quem nunca mais havia visto e lamentava por saber que não mais o presenciaria. Contudo, a vida que ora é feita de pontadas de crueldade ora de doçura, fez-se gentil. Revelando, quase que instantaneamente, em real a imagem que se perdia no pensamento. Ela sorriu disfarçadamente sem acreditar em tamanha coincidência. E nesse momento as vidas assim foram tomando seus caminhos na mesma direção, mas sem se cruzar, sem se corresponder. Um real-fictício existente em um só coração. Então, ela continuou a sorrir aliviada, feliz e frustrada. 

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Siga esse som...


"Siga esse som" de novembro embarca na doce e suave voz de Bruna Caram.

"Essa Menina"
(Otávio Toledo)

Essa menina
É tão indiferente
Fala com a gente
E nem sequer olha no olhar
Sua boca me convém
Seus olhos não me vêem
Estou cansado de esperar

Essa menina
Ainda tem o troco
Me deixou louco
De tanto imaginar
Que seus olhos não me vêem 
Sua boca me convém
Estou cansado de esperar

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Dois patinhos na lagoa!

Quando pequena sempre imaginei o que eu seria aos vinte e tantos anos. Confesso que hoje, se levar em consideração as expectativas do meu eu criança, devo afirmar que frustrei e muito uma infância. Contudo, acho que em muitas coisas meu eu criança se orgulharia do meu eu 22 anos. Embora hoje eu seja tudo de diferente que meu eu criança imaginou, inclusive no que diz respeito a comemoração do meu aniversário. Sem festa, sem parabéns, queria apenas comer o bolo de chocolate mais gosto de todos os tempos. Sem roupa especial, queria apenas desfrutar do meu mais confortável pijama. Ficar o dia inteiro de boas. Não tenho uma super reflexão pra essa data, sinto-me apenas ok e eu não faço ideia do que isso significa.

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Sobre ela.

Ela caminhou sem saber pra onde ir, parecia perdida dentro de um sonho. Um sonho estranho, rápido e muito bem decido sem espaços pra dúvidas. Contudo, ela não entendia, não compreendia o que significava. Apenas sentia. Sentia que precisava caminhar. Quanto e pronde, não sabia porque não importava mais. Ela caminhou até encontrar algo que a fizesse entender o que estava passando. Então, certo momento, ela compreendeu que não precisava mais andar, porque o que sentia não lhe pertencia mais e parou. Parou de andar, de pensar, de sonhar e acordou. Acordou de um susto de devaneios mal decididos e com muitos espaços para dúvidas, contudo ela não quis duvidar, nem devanear. Ela apenas quis ficar parada, até quando parar e não pensar fosse interessante e necessário. 

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Encantos.

Se encantou.
Com o doce canto e brilho que iluminou.
Com a vida que estava assim sem esplendor.
Com o sussurro da voz macia que se anunciou.
Com os olhos cheios de desejos e solidão.
Com cada bom gesto humano que existe.
Se encantou.
Sob cada luar que ainda privilegia o céu.
Sob cada luz que ainda conserva a imensidão divina.
Sob cada abraço que ainda previne a dor.
Sob cada gota de chuva que ainda lava o mundo.
Se encantou.
Com cada apreço pelo sorriso simples.
Por cada palavra amena.
Em cada caminho que percorreu.
Sob cada instante único que se sentiu melhor. 

sábado, 10 de outubro de 2015

Sobre ela.

Os olhos dela se encheram de lágrimas ao perceber o que estava por vir. Um de seus maiores receios iria, enfim, se concretizar. Nenhuma palavra fora necessária diante do que seu coração sentia e seus olhos observavam. Ela estava a um ponto de sofrer, muito e como jamais previra. A dor antecedida por entreolhares e sorrisos apenas se intensificava como uma certeza. A clara e evidente constatação não se demoraria, e como se fosse necessária, veio da mesma forma que um soco e não menos amortecida pela ausência de surpresa. Contudo, ela não conseguiu chorar. As lágrimas não vieram, embora uma dor desconcertante a comprimisse por dentro. Ela só doía, uma dor seca que a deixava oca, vazia. Ia se esvaindo a cada gota de dor e lamento. Assim, ela  começou a ter em si o único pensamento de não pensar, pra se expandir e preencher-se novamente aos poucos. Substituindo a dor por um doce de qualquer coisa que a preenchesse de qualquer forma para que um dia possa, enfim, estar restaurada.

domingo, 4 de outubro de 2015

Pequena poesia diária. 
Encantadora, que ilumina e brilha.
Que preenche pequenos espaços vazios. 
Sorrisos à toa e amor infinito.
Pequena poesia diária.
É a vida.
Em cada cruzamento, em cada esquina.
Um dia sim, outro não.
Mas que está lá.
Brilhando.
Sorrindo.
Pequena poesia diária.
Às vezes sombria.
Às vezes acolhedora.
Às vezes ilusória.
Às vezes real.
Mas sempre diária.
Sempre poesia.
Sempre pequena.

Siga esse som...

Ah, "Siga esse som"! Ah, outubro! Ah, Humberto! Ah, Duca! Ah, besouro! Como não ser feliz ao juntar outubro com uma canção tão boa quanto essa?! E que assim seja, que o besouro voe e que outubro seja igualmente incrível. 

Voo do Besouro
(Humberto Gessinger e Duca Leindecker)

Fala sério, o que é que há
O que falta enxergar
Nessa noite de luar
Nesse dia devagar
Fala sério, o que é que há
O que falta enxergar

Quem não sabe finge saber
Quando vê o ouro brilhar
Quando vê o couro comer
E o besouro voar

Fala sério, o que é que tem
Quem tem medo de enfrentar
A lembrança sempre vem
Numa noite sem luar
Fala sério, o que é que foi
Onde a gente foi parar

Quem não sabe finge saber
Quando vê o ouro brilhar
Quando vê o couro comer
E o besouro voar

Fala agora onde está
Quem está no seu lugar
No espelho na estrada
Esperando o inesperado
Fala sério, o que é que há
O que falta enxergar

Quem não sabe finge saber
Quando vê o ouro brilhar
Quando vê o couro comer
E o besouro voar

Ps1.: O dvd  "Insular" tá lindo demais, vale muito a pena conferir! :)

sábado, 3 de outubro de 2015

Eu vi um sorriso e olhinhos encantadoramente brilhantes num rosto comum que iluminou o dia, a semana, o mês e fez a vida ter um pouco mais de sutileza e meiguice, mesmo sem que houvesse uma razão específica. Sendo assim, apenas torço por mais dias com sorrisos e brilho no olhar. 

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

...

Setembro inteiro passou e nenhum post. Talvez por falta de tempo, de ânimo ou qualquer outra coisa. Setembro se foi, outros 'setembros' virão. Mas que bom, já que em seu lugar vem meu outubro amigo. Amizade antiga e companheira, 21 quase 22 anos de parceria para alegrar assim uma vida inteira. Enfim, outubro! 

domingo, 30 de agosto de 2015

Siga esse som...

O "Siga esse som" de agosto foi invadido por um dilúvio anunciado pelo talentoso Dani Black. "Dilúvio" que me deixou "fora de mim" e que por isso veio preencher agosto de muito amor. Que disco genial! Cheio de encanto e composições que são impossíveis de não ouvir milhões de vezes, além da participação mais que linda e incrível que é a do Milton Nascimento. Sendo assim, segue uma das minhas 11 favoritas. 

"Fora de mim"
Dani Black

Eu gosto mesmo é de viver as coisas
No maior grau de intensidade em que elas vêm
Muitos dizem que eu só me desgasto
Moldando as cores e as formas que elas têm
Mas gosto mesmo é disto aposto no oficio de sonhar
Eu vou devaneando e antes que perceba estou no ar
Assim
Assim fora de mim fora do eixo
Será que você pensa em mim?
Eu aqui a noite toda esperando
Assim
Assim fora de mim fora do eixo
Será que você pensa em mim?
Eu não sei
Então fico me perguntando
Como é possível eu sentir-me tão seu
Sem que você tenha me pertencido
Como é possível eu sonhar nosso amor
Sem que você o tenha consentido


Para baixar o "Dilúvio" segue:

Meu bé!

Ganhei um bode. Um bode um tanto hipotético, mas muito real. Um bode faceiro, cheio de meiguice, extremamente lindo e talentoso. Com um leve humor típico de um bode e um jeito até teatral de "bodear". Meu bode é "zueiro" e genial, carinhoso e animal. Sendo meu, está sob meu domínio e amor. Meu bodin, meu bé. Eterno no meu coração e na minha imaginação que o vê como ele é. Melhor Bode!

terça-feira, 28 de julho de 2015

Siga esse som...

Siga esse som de julho vem com uma composição do Paulo Novaes, mas que é interpretada lindamente pela Duda Brack em seu álbum "É" que está fresquinho.  


Te ver chegar
(Paulo Novaes)

Se você não me quiser me diga logo
Diga tudo que quiser, mas diga agora
Eu não gosto de esperar prefiro aceitar o não
Lembra tudo que eu te disse
Que eu te quero a toda hora

Tudo que em tão pouco tempo a gente construiu
As nuances nos encontros
Desse amor escancarado
Isso tudo é muito pouco pra quem tanto amou

Eu e você
Tanto a se resolver
Tanto eu tenho pra lhe falar
Tanto esperei
Tanto me lamentei
Tanto espero te ver chegar




Obs1.: Incrível como uma composição pode refletir tanto o seu autor, essa música é a cara do Paulo. haha
Obs2.: A Duda bem que podia vir fazer um show aqui, né?!

segunda-feira, 13 de julho de 2015

A flor morreu, se foi, não mais floresceu. 
Como se ainda fosse importante se decompôs.
Para ser útil, enfim.
Já que se frustara com a beleza que não tinha e o aroma que não exalava.
Não tinha importância, não era vista.
Uma flor viva, mas morta. E morreu, para assim viver. 
No eterno.
No pra sempre.
E no seu lugar ficou o vazio
Que antes era apenas um vazio preenchido
Mas que hoje é um vazio vazio. 

sexta-feira, 3 de julho de 2015

...

Ser torto.
Sem amor para compor, só com a dor.
A fina dor de quem se perdeu por aí e não sabe voltar.
De quem não tem pra onde voltar.
E assim, segue.
Sem saber como.
Segue.
Apenas doendo. 

quinta-feira, 4 de junho de 2015

Siga esse som!


O "siga esse som" de junho vai ser sobre ele *risos* o queridinho de olhos claros, ou seja, Juca Chuquer. Simplesmente, porque senti saudade de sua voz, letras e melodias. Vai embalar junho sim! 

 A hundred days
Juca Chuquer 

In a hundred days I had to be
the one would make you fall in love again
and it was an honor for me..

In a hundred days I had to show
why you would wanna think of me while you`re far away
and I was a pleasure for me..

and I know you`ll be back someday
and I hope it will be the same..

I don`t wanna be somebody else
I just want to spend more time with you my love..
cause life is short...

Everyday I`ll make you understand..
everyday I`ll sing for you to stay my love..
cause life is short...

don`t let love run away from you
there are only a few things worth it
so keep it, keep it safe



sábado, 30 de maio de 2015

Sons que encantam!

Desses encantos vividos que são poetizado, que são eternizados por vozes iluminadas. Vozes que fazem a vida ser mais leve, mais sensível, mais especial. E que assim, transformam o mundo alcançando cada dia mais corações dispostos a transbordar de emoção e fofura. Gerar gentileza, levar adiante o amor que soa através das letras das canções, que iluminam e aquecem noites como as do dia 29/05 e que as fazem inesquecíveis. Um linda noite ao som de Larissa Baq, no qual só temos que agradecer por tamanho talento e suavidade. Volta logo, Larissa! ❤


sábado, 23 de maio de 2015

Siga esse som!

"Siga esse som" de maio é com Larissa Baq, que conseguiu o financiamento coletivo para o cd e que vem fazer show esse mês aqui. Linda, fofa, talentosa e gentil, claro que merece muito. #VaieVoa, Larissa! Ah, e pule! ❤

Pule
Larissa Baq

Desordem nesse bloco meu bem

Que hoje eu quero ir pra rua
Não tem quem me impeça e nem vem
Que esse papo aqui não dura

Há quem esteja nessa vida a passeio

Mas eu não sou desse meio não
Eu não tiro o meu da reta
E só sai responsa nesse cordão

Se vem com lero lero pra cima de mim

Aqui tem pé no chão
Bora andar no passo que o baque é forte
Rumo ao norte, beijo e sorte
Eu vou de pandeiro na mão

Sair pro mundo, rodar

Não me segure não
Se não tem onde é inventar
Eu tenho um plano na palma da mão
Toda labia na ponta da lingua
Todo medo debaixo do colchão
Sem pressa de chegar
Mas pare de pensar
E pule


domingo, 10 de maio de 2015

Especialmente gente!

Encontrei por aí, nesses últimos dias, umas pessoas interessantes e diferentes. Algo quase fora da realidade, mas muito especial. Encontrei gente do tipo que sabe ser gente, que vive um pouco pelo outro e que são fontes geradoras de gentileza. Gente que inspira, que transpira coisas boas, soluções fabulosas, conhecimento e muita inteligência. Gente que mostra como o amor e a dedicação podem, de fato, transformar o mundo. Poder conhecer essas pessoas, ouvir o que elas tem a dizer, seus conselhos e experiências me deixou melhor, mais esperançosa, com mais vontade de lutar e de também fazer coisas bacanas para quem sabe um dia também inspirar alguém. Afinal, o mundo mais do que nunca tá precisando dessa gente. ❤

Especialmente para: Bruno Braga, Bruno Perdigão, Igor Ribeiro, Fernando Lara, Vinícius Andrade, Camilo Restrepo, Pablo Patriota, Bernardo Lopes, Mariana Caraciolo,  Javier Sanchez, Gabriel Duarte, Rodrigo e Martin. 

domingo, 3 de maio de 2015

Aha uhu, o Carioca é nosso! Aha uhu, o Carioca é nosso!

Um dia para comemorar o que me ilumina, o que ajuda a sustentar boa parte da vida. Uma vitória muito esperada, 12 anos mais ou menos. Um dia que foi igualmente vivido há 4 anos em outro contexto, uma alegria indescritível que me entorpece. Ao Vasco que tem sua história como a maior glória e riqueza, que desperta uma força para contra-atacar e vencer apesar das limitações, das restrições e dos votos contra. "Contra tudo e contra todos" muito já declamado e que só estimula a continuar e lutar, muito e sempre. Levar o amor ao Vasco para a vida, para o dia-a-dia e para quem estiver por perto. O orgulho de ser vascaína, de ser Vasco da Gama e ter heróis, guerreiros, iluminados. Nem sempre os mais fortes, nem sempre os melhores, por vezes falhos, mas lutadores. Estou com o coração leve e cheio de amor, além de um sorriso no rosto que parece ir até a alma. Uma das melhores sensações. Só desejaria que fosse eterna, mas muita coisa ainda está por vir e que venha, porque lutaremos, contra-atacaremos e, se nos for permitido, venceremos. Ao Vasco, tudo! É CAMPEÃO! É CAMPEÃO! /✠/

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Siga esse som...

Sobre o "Siga esse som" de abril acho que o próprio John já explica. Afinal, nós nuncas pararemos este trem.

Stop this train
(John Mayer)

No, I'm not colorblind
I know the world is black and white
I try to keep an open mind
But I just can't sleep on this tonight

Stop this train
I want to get off
And go home again
I can't take the speed it's moving in
I know I can't
But honestly, won't someone stop this train?

Don't know how else to say it
I don't want to see my parents go
One generation's length away
From fighting life out on my own

Stop this train
I want to get off
And go home again
I can't take the speed it's moving in
I know I can't
But honestly, won't someone stop this train?

So scared of getting older
I'm only good at being young
So I play the numbers game
To find a way to say that life has just begun

Had a talk with my old man
Said "help me understand"
He said "turn sixty-eight
You renegotiate"

"Don't stop this train
Don't for a minute change the place you're in
Don't think I couldn't ever understand
I tried my hand
John, honestly, we'll never stop this train"

Once in awhile, when it's good
It'll feel like it should
And they're all still around
And you're still safe and sound
And you don't miss a thing
'Till you cry when you're driving away in the dark
Singing

Stop this train
I want to get off
And go home again
I can't take the speed it's moving in
I know I can't
'Cause now I see I will never stop this train

terça-feira, 21 de abril de 2015

São Januário, uma eterna paixão!

Era sexta, mas não uma sexta qualquer e nem poderia ser diante do que estava para acontecer. Uma tarde típica de verão no Rio de Janeiro, 15h30 pelo horário de Brasília, o sol e o engarrafamento atordoavam qualquer um que precisava sair de casa. Mas nada poderia atrapalhar a tão estimada missão.
O 473 vinha a passos curtos no engarrafamento que se arrastava desde onde a vista alcançava pela Paulo de Frontin até onde os olhos não podiam ver. Tudo quase parado de um ponto a outro. Mesmo assim, o importante era seguir firme e forte até o objetivo final. E assim foi, devagarzinho até a Leopoldina um pouco antes da entrada que traça caminho para São Cristóvão. O percurso foi tranquilo de lá, entre obras e curvas, até o ponto final onde o 473-São Januário vira 473-Lido. 
A emoção começa a transbordar assim que é possível ver a primeira placa indicando que o C.R.Vasco da Gama se aproxima. Logo em seguida uma muralha gigantesca se impõe, de forma absurda e arrepiante, entre as demais edificações. Em cada curva, mãozinhas de quem tem muito amor pelo Vasco nos guiam até o instante em que a muralha dá lugar a um dos prédios de fachada neocolonial mais lindas que já vi. 
São Januário sempre vai me encantar, independente de quantas vezes eu for o visitar. Uma emoção que transborda pelos poros e é facilmente identificada pelo imenso sorriso bem feliz no rosto. Os olhos brilham e tudo lá precisa ser minuciosamente observado, pois cada detalhes traz uma paz. Um amor maior do que qualquer outro. Impossível de explicar, pois só quem sente sabe e guarda em si tamanha grandiosidade. 
E hoje, em mais um aniversário, nada mais justo que comemorar e muito. Afinal, são 88 anos de pura história, dignidade e glórias. Além de muito amor e orgulho. Parabéns, São Janú, por nos fazer tão felizes. 

Eu, Hud e Talita sendo felizes em São Janú!

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Uma dor que não é sua, mas você sente.
Sente tanto que não entende.
E toma pra si a responsabilidade por curá-la.
Mas não pode.
Ela não lhe pertence.
E dói duplamente, por senti-la e não poder fazer nada. 
Resta, apenas, pôr no peito a calma e a certeza que tudo passa. 
Até a dor alheia. 

domingo, 5 de abril de 2015

5 anos!

Despropositado e sem muita expectativa de que fosse durar. Uma mistura de diário pessoal-público (que ninguém sabe, ninguém vê, mas tá na rede!) com aglutinado de devaneios. Assim o atual "Minha Casa Imaginária", que já teve vários nomes (tantos que nem lembro quantos e quais) e várias fases (tantas que nem lembro quantas e quais), vem se mantendo nesses 5 anos. Uau, 5 anos! Quanta coisa vivida, ou não, e relatada por aqui. Entre ter 0 talento pra escrever e tendência ao infinito negativo para falar de si, eis que 5 anos de postagens é uma conquista gigantesca. O que me deixa muito contente e até orgulhosa. Sendo assim, espero poder repetir essa comemoração, que me faz tão bem, ainda por muito tempo. Parabéns ao blog! 


Bolo lindo retirado de: http://www.fotosdebolos.com.br/tag/bolo-de-5-anos

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Sobre ela

Ela chorou. Não tinha um motivo específico, algo que justificasse as lágrimas que escorriam uma a uma em seu rosto. No entanto, ela sentia que seu coração estava cheio. Por hora devaneou que eram as lágrimas presas, acumuladas. Mas ela apenas queria achar a razão para aquela dor que a consumia. Talvez por isso chorava, pensou, para aliviar aquilo que não entendia, só sentia. Após muitos dias apenas sentindo, sem muita solução, ela resolveu que só esperar que a dor se esvaísse, que o sentimento indefinido se decifrasse e sumisse não seria a melhor opção. Então, ela sorriu. Sorriu de si e saiu. Foi encontrar jardins floridos para colorir o seu coração, passeios e caminhos indeterminados que a levassem onde precisava ir, mesmo que não soubesse. Até porque isso não importava mais. E mergulhou num mundo de encantos, livre para voos e voou. Voou para dentro de si e fez com que toda dor fosse sumindo a cada passo interno. Quando retornou de si estava leve, de coração ameno e assim foi viver o que tinha pra ser vivido, sem dor, sem lágrimas, apenas zen, bem. 

domingo, 29 de março de 2015

Hoje a luz que iluminava e fazia de março um mês de felicidade e encantos não quis sair, não pode sair. Não por causa das nuvens de um dia chuvoso, cinza e fresco. Mas sim porque o dia teria menos um sorriso na terra. A sensação é que há um vazio, um vazio bem grande que só tende a aumentar. Um vazio inacreditável que é real. Contudo, neste mesmo vazio, sinto que pode ser preenchido. E que vai ser preenchido de toda serenidade e alívio por saber que aquele sorriso, por hora perdido, encontra-se em paz. Livre para voar, liberto de qualquer dor. E, sinceramente, isso que importa. Assim, a luz da vida retorna e aquece os nossos corações lugar de onde você, tio Serginho, nunca vai sair. Descanse em paz que agora está tudo bem, como você me disse que ficaria. Levarei sempre comigo o seu abraço e carinho. 

sexta-feira, 20 de março de 2015

Sobre ela

Novamente ela precisava escolher, mas desta vez a escolha estava entre a carreira e o amor. Ela já havia visto este filme uma vez, embora agora a protagonista não fosse mais a mesma. Era certo que tudo se repetia, mas ela sabia que o fim não seria o mesmo. A escolha agora era dela, única e exclusivamente, e nada poderia intervir. Ainda mais que ela compreendia muito bem o que cada opção traria de consequência e estava disposta a enfrentá-las se necessário. Então, um belo dia, se viu pronta para decidir, pois havia encontrado algo em uma das opções. Algo que a fez se sentir tão plena, tão sem fim, como se seu coração estivesse em sintonia com a vida e o futuro, e como se nenhuma sombra de medo ou aflição pudesse atingi-la. E assim a fez. Ela escolheu para si a carreira, pois sentiu que nela encontrara o amor, a plenitude, a felicidade, a paz. Na carreira ela sentiu que teria os sorrisos antes perdidos, que nem o mais tão, aparentemente, sincero sentimento raro foi capaz de devolver. Assim, ela mudou a história do filme já antes visto o tornando, na verdade, um novo filme a ser visto. 

segunda-feira, 16 de março de 2015

Março.

Março começou mais florido, como se colorisse todo o mundo. Tirando da vida toda dor e trazendo de volta um sentimento de leveza e esperança. Março marcou o início de algo novo, de uma nova forma de se encantar e viver. Novos sonhos, caminhos e desejos. Gerando um certo desapego e uma vontade de crescer pro mundo, de voar mais vezes e mais longe. E que assim seja, afinal, a vida está só começando. 

terça-feira, 10 de março de 2015

Siga esse som...

"Siga esse som" de março sendo dedicado à um querido paulista de voz suave, ou seja, Pedro Alterio. Um puro talento, seja com a voz ou com as composições. Capaz de tranquilizar qualquer angústia. Sendo assim, segue "Passageira" recém descoberta por mim e que não vai deixar meus ouvidos tão cedo.

Passageira
(Pedro Alterio)

Eu vou na poeira da estrada
Só quero encontrar meu amor
Eu vou viajar de primeira
Eu vou na ladeira, mas vou

Se pego um vapor na Bahia
Ou tomo um recreio em Belém
No Rio atravesso de barca
Em Minas invento outro trem

Vida passageira que só
Sina viageira do amor
Sigo nesse rumo do sol
E nunca que eu te acho onde estou
Quando eu chego partiu, o pior ninguém viu
Eu tô pra ver alguém se perder 
Tô pra ver alguém se perder 
Tô pra ver...

Queimando o pneu no asfalto
Gastando sapato no chão
Eu vou procurando seu rosto no rastro da multidão

Eu rodo de bike em Floripa
Eu tomo um gaiolo em Manaus
Em Sampa consigo carona de um povo que vai pra Natal

Vida passageira que só
Sina viageira do amor
Sigo nesse rumo do sol
E nunca que eu te acho onde estou
Quando eu chego partiu, o pior ninguém viu
Eu tô pra ver alguém se perder 
Tô pra ver alguém se perder 
Tô pra ver...

Mas eu vou te encontrar
Mas eu vou te contar
Das terras que eu passei
Das brigas que encarei

Do tanto que eu sofri
A saudade que eu senti
Cidades que eu só vi de um imenso país

Vida passageira que só
Sina viageira do amor
Sigo nesse rumo do sol
E nunca que eu te acho onde estou
Quando eu chego partiu, o pior ninguém viu
Eu tô pra ver alguém se perder 
Tô pra ver alguém se perder 
Tô pra ver...


Enfim... Paulo Novaes!

Em menos de um ano tive o prazer de realizar um dos tantos desejos meus que me consumiam dia após dia: ir à um show do Paulo Novaes. Muito já falei sobre ele aqui, sobre o quanto é talentoso e maravilhoso e sobre o quanto suas composições fazem da minha vida algo mais especial e interessante. Contudo, mais que apenas levá-lo todo dia comigo, em meus ouvidos, faltava algo muito importante e essencial, ou seja, vê-lo ao vivo. 
Com plena certeza, dia 07 de março de 2015 será um dos dias mais incríveis da minha vida. Pisar em São Paulo pela primeira vez única e exclusivamente por causa do Paulo foi uma experiência inesquecível. Apesar da chuva e do jogo do Palmeiras prejudicando a chega ao fofo e aconchegante Brazileria nada poderia atrapalhar aquele momento. 
pocket show (logo após a realização do lançamento do livro de poesias "Meu caderno azul" da Gabriela Abreu), como era de se esperar, foi lindo. E para melhorar tudo, tive o prazer de bater um papinho com o Paulo (percebendo o quão fofo e simpático que ele é) e ficar sabendo que vem muita coisa boa por aí além do cd (#VoaPaulinho), filmar a entrevista para o blog "Ensaios em Foco" da jornalista Talita Guimarães (vulgo minha irmã), abraçá-lo (muito amor!) e ainda pude falar com a tão incrível Barbara Rodrix. Além de encontrar apenas 4 cds mega raros do Pato Fu no Brazileria, que já se tornou um dos meus lugares favoritos. 
Noite perfeita, não teria como ficar melhor. Mas "a vida é cheia dessas coisas que não se pode entender, tem tanta coisa nessa vida que não se deve entender", após sair do show eis que meu táxi parou em um sinal e no carro ao lado estava nada mais, nada menos que o Dani Black. São Paulo cheia de surpresas e coincidências. 
Enfim, Sampa deixou um gostinho de quero mais e logo. E que assim seja! 



Com a minha irmã Talita e o lindo do Paulo.

Com a Barbara Rodrix



domingo, 1 de março de 2015

Coisas que acontecem no twitter!

Por isso que eu amo o twitter, lá tem: Larissa Baq, Juca Chuquer, Bruna Caram e Fábio Cadore. E pra completar ainda recebo um e-mail mais lindo e muito esperado do Paulo Novaes! Internet, melhor lugar!



quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

...

Uma tristeza chegou e se apossou de mim. 
Ela foi se infiltrando e levando meu sossego. 
Deixando em meu peito uma angústia. 
Angústia, essa, que não se explica.
Só se sente.
Não se entende.
E assim, prossegue.
A vida, os caminhos, os destinos e desencontros.
Sem nada mais o que fazer.
Sem nada mais.

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Siga esse som...

Ah, fevereiro! Ah, "Siga esse som" e as novas descobertas musicais associadas com amores musicais mais que antigos e especiais! Já havia comentado sobre a minha necessidade de ouvir algo novo e sobre ter esbarrado, sem querer, num carinha chamado Pramit. Contudo, mais que um voz e composições encantadoras tive o prazer e a surpresa de ouvir, em uma de suas canções, uma segunda voz que imediatamente reconheci com sendo do Paulo Novaes, um rapaz muito já conhecido por aqui (é amor demais, gente!). Então, segue neste fevereiro "O cantor", uma espécie de homenagem com oração que deixa a vida mais leve. 

O cantor
(Pramit Almeida e Paulo Novaes)

Canta que sai no ar
Canta pra te encontrar
Canta pra ver o sol no mar

Canta pra aliviar
Canta pra te alegrar
Canta pro coração curar

Canta pra despertar
Canta pra florescer
Canta pra não deixar de amar

Descobrir em mim quem sou
Mergulhar no interior do meu interior
 E encontrar aqui, agora

Canto
Por cantar eu canto
Cantarolando eu canto
Eu canto o caos
Eu canto a dor, a minha sorte, o meu amor
Canto, afinal, pra revelar a quem quiser os meus segredos (x2)

Canta que sai no ar
Canta pra te encontrar
Canta pra ver o sol no mar

Canta pra aliviar
Canta pra te alegrar
Canta pro coração curar

Canta pra despertar
Canta pra florescer
Canta pra não deixar de amar

Descobrir em mim quem sou
Mergulhar no interior do meu interior
 E encontrar aqui, agora

Canto
Por cantar eu canto
Cantarolando eu canto
Eu canto o caos
Eu canto a dor, a minha sorte, o meu amor
Canto, afinal, pra revelar a quem quiser os meus segredos (x2)

Pramit e Paulo cantando "O cantor" da maneira mais linda que pode existir.


OBS.: Alô, Paulo Lindo Novaes! 2015 vai ser o seu ano, meu querido! ❤

Mais Pramit:

O novo!

Um ano novo pede o novo. Um novo jeito de olhar, de agir, de ouvir, de pensar ou de amar. Quem sabe até um novo vestir ou calçar. Ou apenas uma nova forma floreada de se encantar e existir. E para quem espera sempre por um novo surpreendente que vem de algum lugar, no espaço-tempo, exterior e inerente a si eis que a grande espera possa ter, como seu principal suporte para findá-la, o novo. Que venha num estalo interior e se manifeste como um sorriso acolhedor. Viva o novo!

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Novo!

Procurava algo novo que me distraísse do que já estava imersa. Foi sentindo essa necessidade que esbarrei, sem querer, em Pramit e a sua arte. Então, foi "só fechar os olhos e dançar sem ninguém ver criando a força pra viver" e assim segui meu dia (minha vida) descobrindo mais um novo e inesperado amor que encheu de sorrisos meu coração e logo no comecinho de 2015.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

...

Acho que não sei. 
Não por não saber, mas por não querer saber ou pelo menos por não estar suficientemente feliz para abrir um riso e sentir que sabe, que entende ou que quer. Talvez seja de bom tom não compartilhar tal incoerência e deixar se fazer tranquilizar, com o tempo, qualquer incerteza desconcertante. Ou, quem sabe, aliviar através de não dizeres aquilo que não se sabe, soltá-los ao vento já que tudo está inconscientemente preso. 
Sem compromisso.
Ser minimamente indeciso. 
Não sentir o que não sabe e se continuar sentindo que seja, que se naturalize pro bem. Que torne-se algo que fortifique. Ou que apenas permaneça até que suma. Ao se dissolver não deixe rastro nem dor. E que no fim, leve apenas suspiros deixando risos. 

sábado, 10 de janeiro de 2015

2014/2015

Ainda não sei definir o que foi esse fim/início de ano pra mim. Uma mistura de emoções talvez chegue perto de alguma explicação do que tenha sido. Ou, quem sabe, uma experiência inusitada que teve um resultado tão incrivelmente maravilhoso que ainda não deu tempo de contabilizar os ganhos. Estar com a família é sem dúvida uma dádiva, ainda mais quando você se sente amada e querida. Recebendo de todos os lados carinhos, demonstrações de afeto sejam através de palavras, abraços, beijos ou pequenos gestos fofos e discretos. Eu nunca tinha sentido que estar entre primos e tios seria tão bom. Tantos sorrisos, passeios, cantorias e até princípios de estresse fizeram desta viagem diferente. 
Ir ao Maracanã assistir à um jogo, um sonho pra quem tem como amor o futebol (muito embora a maioria da torcida fosse do Flamengo! ¬¬), ver o Juninho Pernambucano - divo, mito, ídolo, Rei - jogando ao vivo, passear e andar pelo lindo Jardim Botânico, pela pista Claudio Coutinho na Urca (por favor, quero morar na Urca!), pela praia da Barra, descobrir os encantos de Niterói e seu Parque da Cidade e suas praias que possuem um dos pores de sol mais lindos de se presenciar, passar a virada do ano em Copacabana com os lindos fogos, andar horrores e terrores de metrô (e amar como se não houvesse amanhã e querer ter um pra si), sentir o calor do agitado centro, entrar em livrarias gigantescas, esbarrar em um Bob's  a cada esquina, correr atrás de um restaurante "japa" e ir à São Januário (completamente alone) num domingo de manhã. 
Enfim, retornar dessa viagem tão curta, mas tão especial não tem sido fácil. Ainda mais quando a única vontade é de voltar correndo pra lá. Contudo, quem sabe se isso não acontece logo logo, né? Coração está cheio de vontade e muito feliz. Por hora, isso que importa! 

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

"... Queria saber falar com você ao invés de apenas olhar, ao invés de apenas olhar..."


(Bárbara Rodrix)

Siga esse som...


Para começar 2015 musicalmente lindo segue a canção "Sou eu agora", que expressa tudo que sempre sinto, composta pelos queridos Pedro Alterio e Paulo Novaes e interpretada pela Larissa Baq. A fim de dar prosseguimento ao grande ano musical que foi 2014, espero que o 'Siga esse som' mantenha-se ainda mais forte, cheio de amor e fazendo a minha felicidade neste 2015 que se inicia. Feliz ano novo!

Sou eu agora
(Paulo Novaes/Pedro Alterio)

O que seria se não fosse a minha vida o som

Se eu decidisse ser malabarista
Eu não seria eu se não fosse a minha vida assim
Não fosse o destino
Eu não seria um grão de sal
Me fez assim
Cada nuance
Por um instante
Uma escolha
Me fez agora



Não poderia ser se não fosse sempre o mesmo lar
Sem melodia eu não seria
O que seria eu
Se não fosse o amigo irmão
Não fosse a turma
Eu não seria
Por um sinal
Sou eu assim
Cada nuance
Por um instante
Uma escolha
Me fez agora
Cada nuance
Por um instante
Uma escolha
Me fez agora



Não poderia ser se não fosse sempre o mesmo lar
Sem melodia eu não seria
O que seria eu
Se não fosse o amigo irmão
Não fosse a turma
Eu não seria
Por um sinal
Sou eu assim
Cada nuance
Por um instante
Uma escolha
Me fez agora
Cada nuance
Por um instante
Uma escolha
Me fez agora



Cada nuance
Por um instante
Essa escolha
Me fez agora



Cada nuance
Por um instante
Essa escolha
Me fez agora