sábado, 22 de fevereiro de 2014

~ Covers ~

O que pensar quando o cover fica melhor ou mais legal que o original? Sei que pode parecer estranho, mas a gente encontra muita gente boa por aí que supera a galera do original. É certo que sou absurdamente suspeita para falar, mas não tem problema porque é apenas a minha opinião. 
Backstreet Boys, aquela boy band que quem não lembra com certeza já ouviu falar, desperta muitos covers que, com todo respeito, são mais legais quiçá melhores. 
Enfim, ao começar ouvir "5 a seco" (que a propósito foi uma das melhores coisas musicais que ocorreu na minha vida, pois desencadeou um universo musical encantador pra mim) cheguei a todas as músicas deles assim como os covers, o que me surpreendeu muito por serem extraordinariamente divertidos e cheios de talentos, transformando de fato a música. 
Então, segue o meu cover favorito que o 5 a seco fez, "I want it that way" - Backstreet Boys, que arranca muitas risadas de satisfação:


Outro cover envolvendo Backstreet Boys que é muito bom é o que foi feito pelo grupo musical Ordinarius na música "As long as you love me", segue:


Para dar sequência aos covers, um mocinho chamando Juca Chuquer vem conquistando intensamente meus ouvidos e meu coração musical, além de cantar lindamente as suas músicas faz um lindo trabalho também nos covers. Segue o cover de "Se" -  Djavan por Juca Chuquer. 



[Queria ter postado logo na sequência o cover que o Juca Lindo Chuquer fez do OutKast na música "Hey Ha" que ficou muito legal, mas não achei nenhum vídeo.:/] Mas não seja por isso, segue o cover que o Juca fez da música "Fine" do Tiago Iorc que também ficou muito legal. 


Bem, é isso, espero continuar encontrando covers tão bons assim. Porque já achei uns que deveriam ser considerados como atentado violento ao pudor dos nossos ouvidos, dos compositores e dos interpretes originais. 

...


Num rascunho, nada escrito.
Uma página em branco para seguir a eternidade.
Nada a construir.
Nada a dizer.
Apenas a sentir.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Arbitragem ou fuleragem?

Queria nem comentar sobre o tal "clássico", mas vamos lá.  O que dizer (logo de cara) do auxiliar que, ao que consta, apenas não viu a bola que o Douglas chutou e que entrou muito no gol? Afinal, qual a função do auxiliar que fica perto do gol mesmo? Ah, sim, ver o que acontece na linha do gol, ficar atento às bolas que são chutadas e que entram no gol até nos lances mais complicados. Então, e aí, o que ele tava fazendo que não viu a porcaria da bola? Eu não faço ideia, só ele pode responder isso. Joguinho chatinho, infelizmente, onde muitos cartões foram aplicados, o posicionamento do juiz nos lances foram um tanto tardios e confusos, com péssimas mexidas do técnico e sem contar com o preço abusivo quiçá indecente dos ingressos, o que resultou num Maracanã praticamente vazio diante de um clássico, sendo dois dos maiores times do Rio.
Que o Vasco foi superior é inquestionável, primeiro tempo tá aí pra mostrar. Até depois do lance mais polêmico que, logicamente, bagunçou emocionalmente com os jogadores que ficaram furiosos, assim como todos de juízo perfeito que viram o acontecido, o Vasco manteve-se firme e no controle da partida. Até o Bastos fez um gol (mais cedo naquela mesma tarde eu havia dito a minha irmã que nesse tipo de jogo tudo pode acontecer, inclusive o Bastos fazer gol. E não deu outra, no sentido mais amplo que isso possa ter). Ainda teve o auxiliar que tava no gol do Martín, de olhos absurdamente abertos, que viu que a defesa do Martín foi dentro do gol. Não questiono o fato dele ter visto e validado o gol, questiono que o outro não viu o gol legítimo e não validou, uma vez que as circunstâncias gerais eram as mesmas, a bola entrou e saiu. Por que que pra um foi gol e pro outro não? Após o término do primeiro tempo teve aquele bafafá dos jogadores com o juiz, a torcida xingando, o juiz dando uma evasiva (vulgo saindo correndo e se escondendo entre os demais) e todos querendo dá uma bisca nele. Por fim o Rodrigo dando um abraço no juiz, eu não abraçava não (hunf!). 
Segundo tempo teve as trocas que me deixaram tristes. Minha gente, Pedro Who não corre, não tem Ken faça (kkkkkk, pior piadinha, eu sei kkkk), por mim ele não poderia ser o nosso camisa 8 (Poxa, é a do Juninho, véio, tem valor aquela camisa!) acho que ele precisaria merecer muito pra tê-la e convenhamos não é o que está acontecendo. Ainda teve a entrada do Bernado e do Barbio que também não foram de muita ajuda, o Barbio até tentou, mas não deu certo. E no finalzinho, pra não fugir dos costumes, o Vasco vacilou e o Flamengo virou. "Ganhando" a partida quando que na verdade foi um empate em que todos os envolvidos saíram perdendo, jogadores, dirigentes, torcida, arbitragem e, principalmente, o futebol brasileiro. Partida lamentável! 

domingo, 9 de fevereiro de 2014

6 meses!

Há 6 meses eu estava encantada andando por São Januário de olhos vivos e silenciosa para que nenhum detalhe escapasse. Queria registrar aquele momento como se fosse único, quando na verdade marcou o início de um compromisso e a certeza que não há um sonho que não se possa realizar. Um passo que, para quem mora no Rio possa parecer banal, mas pra mim e muitos outros que moram em outros estados e até fora do país é uma vitória. Sobre São Janú: não me sentiria tão em casa se estivesse em outro lugar. Tudo lá é aconchegante e de uma beleza inquestionável. Vivi 19 anos esperando por aquele momento e realizei, e ainda de quebra conheci o Ricardo Gomes, fui na sala de troféus, na capelinha, andei horrores de um lado pro outro e ainda assisti ao treino dos jogadores do profissional e do infantil. Ainda não creio que passou tão rápido, mas é isso aí, a lembrança está viva em mim e pronta para ser renovada. 


quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Hands Open - a resposta.

A expectativa que se frustou, não por quem a desejou, mas sim por quem a estimulou. Não sendo, de fato, algo ruim, pois ela apenas se acalmou e sentou-se para esperar por saber que ainda não era pra se desesperar. Contudo não foi tão calma, antes, indignou-se por achar injusta a decisão de quem a despertou. Percebendo que de nada adiantaria resolveu esquecer por hora e deixou seu coração em paz. Foi convencida de que em breve seria estimulada novamente e que dessa vez seria pra valer. 

Siga esse som...


O "Siga esse som" de fevereiro recebe Fabio Cadore encantando meus dias. Um verdadeiro achado de sutileza. O Fabio entra na minha vida musical, como muitos outros, através da minha curiosidade e inquietação. Ao ouvir milhões de vezes o cd do Tó Brandileone percebi que na canção "Primaveras Perdidas" havia algo diferente na voz (aqui deixo claro que acho a voz do Brandileone incrivelmente linda, e que ele vai aparecer logo logo por aqui, portanto, sem necessidade de julgamentos pelo que vou dizer a seguir!), na verdade era uma voz suave e firme, forte, diferentemente linda, que se destacava no cd e que me deixou intrigada para saber de quem era. No princípio até pensei que fosse do próprio Tó (afinal, o cd era dele, né?), mas por diferente, me convenci que não era, então fui perguntar para aquele que tudo sabe: tio google. E sim obtive a resposta, ou seja, Fabio Cadore. Em seguida, curiosa que sou, fui buscar mais sobre ele e encontrei diversas músicas lindas. E cá está "Instante", que intitula seu cd e conta com a participação dos lindos do 5 a seco. 
Instante 
Fabio Cadore


“Instante é o momento preciso em que algo acontece
Muito?
Pouco?
É a relatividade do tempo, espaço
É único
Intransponível”

A luz que espreita
No fim do túnel
Me anuncia como um grão de novo mundo

Levanto a guerra
Dou som ao grito
Já nos princípios levo a minha inquietação
E essa canção

Desafiar o limite do instante
Pra escapar das convenções
Ser ou não ser?
Mexer na ferida e pagar pra ver
Não vou me curvar, então

À mesma rima
Ao mesmo nexo
À mesma tara na verborragização

À mesma sina
Ao mesmo prisma
À mesma história de fugir da contra-mão.

Mais Fabio Cadore em:


domingo, 2 de fevereiro de 2014

Outra vez Recife.

Fevereiro chegou e já foi arrebentando meu coração ao trazer em si um turbilhão de saudades. A gente se dá conta do quanto ama alguma coisa, uma pessoa ou um lugar quando percebe que não passa um dia sem pensar nessa coisa, pessoa ou lugar. No meu caso tem sido um lugar, a saudade de tudo de encontrei nesse lugar incrível que há muito já menciono por aqui tem apertado muito meu coração. Há pouco me peguei pesquisando sobre a cidade e apartamentos para comprar. Eu apenas me apaixonei por um simplesmente lindo, simples, mas muito fofo num condomínio mais gracioso ainda. Lógico que não vou comprar, pelo menos não agora. Contudo, só o fato de poder sentir que eu posso ter um cantinho que faça com que eu seja parte desta cidade, fisicamente, já é maravilhoso. Na verdade, estou me nutrindo de esperança e acreditando fortemente em realizar esse desejo que penso ser um dos mais forte que já tive. Morar em Recife.