quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

"Gol de quem?"

Ao Rei que mereceu mais do que ninguém este título, que mostrou para todos o que é amor de verdade, que deixou bem claro que o sentimento não tem fim e que quando a gente ama aquilo que faz e onde a gente faz nada é capaz de nos atrapalhar. Ao Rei que conquistou a imensa torcida bem feliz de Norte ao Sul deste país. Aquele que já está em nossos corações e que nunca deixará de estar, nem em nossa lembrança e história. Nosso mito, nosso herói, nosso Rei, nosso Reizinho. A gente sabia que essa hora um dia ia chegar e, mais do que isso, sabíamos que quando ela chegasse seria aqui, no Club de Regatas Vasco da Gama, que você, Antônio Augusto Ribeiro Reis Júnior ou apenas nosso Juninho Pernambucano, estaria para celebrar e consagrar junto com quem mais tem orgulho de você essa belíssima carreira que construiu. Não nego que fiquei surpresa com a notícia, afinal, esperava ainda vê-lo brilhar no carioca desse ano. Contudo, compreendo as razões que o levaram a decidir por isso. A verdade é que você não precisa provar mais nada, já está eternizado e acho que isso já é muito. Sentiremos saudade sem sombra de dúvidas. Cabe aqui um muitíssimo obrigada, embora não pareça suficiente para a agradecer por todos esses anos, por cada vitória, por cada gol de falta, pelo "contra o River Plate, sensacional, gol do Juninho, monumental!", enfim, por todos os instantes que esteve presente e por tudo que acrescentou à linda história do Vasco. E neste dia em que você completa 39 anos cabe também um Feliz Aniversário, parabéns, muitos anos de vida e mais uma vez obrigada!  

Retirada de: https://www.facebook.com/TorcedoresdoVasco?fref=ts

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

G-O-L-E-O-U

Em tempos de vacas magrelas qualquer campo mais verdinho é motivo pra festança, principalmente se esse campo for em São Januário e as vacas magrelas jogarem juntas num time chamado Vasco. Hahaha. Passado a analogia tosca e barata já pode celebrar os 6 a 0 de ontem em cima do Friburguense em pleno caldeirão. Uhuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuh! Queria poder gritar horrores e xingar palavrões que na hora da comemoração se tornam mais engraçados, naturais e extraordinariamente a melhor forma de expressar todos os nossos mais incríveis sentimentos de felicidade. hahaha Mas aqui no blog não seria conveniente, nem apropriado, tal palavreado. O que não importa, porque a vontade e o sentimento pelo time só se confirmou. Afinal foi a primeira vitória do Vasco no ano e, convenhamos, foi em grande estilo.  Jogo com a estreia do Martin Silva no gol sendo fortíssimo candidato a muralha da colina (HABEMUS GOLEIRO!) e do Aranda, e brilho de Montoya, Edmilson, Rafael Vaz, Barbio e Marlon. Guardem esses nomes, galera, tenho certeza que eles prometem. Eu tô feliz e a melhor torcida brasileira também! GO VASCO!

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Palavras.

Palavras são incrivelmente interessantes e capazes de distanciar aquilo que está bem perto da gente e aproximar aquilo que está absurdamente longe. Isso tudo no sentido de que nelas nos reconhecemos e encontramos o que nos movimenta e sustenta. Ao ler uma combinação de palavras de quem sempre esteve perto de mim, mais perto talvez do que qualquer outra pessoa, percebi o quão longe estamos. Não falo de diferenças, pois as diferenças sempre existem e não são ignoradas, falo de tudo que nos envolve: pensamentos, sonhos, gostos, sentimentos, desejos e visão de mundo. Confesso que fiquei triste, por achar que a convivência nos fazia no mínimo parecidas. Contudo percebi que não, na verdade, as palavras me mostraram que não. Através delas entendi que a distância existente é maior do que eu imaginava ou do que haveria de ter entre outras pessoas e a gente. Daí, senti todo o meu ciúme de menina mais nova se findar ao compreender que sua existência em mim era apenas uma tolice e que nunca faria diferença. Em contrapartida me encontrei nos dedos e na mente de quem nunca me viu ou se quer sabe que existo, alguém que está tão longe de mim que não faria nenhum sentido saber dizer tanto sobre mim, que fala de mim melhor que eu mesma, alguém com os mesmos encantamentos, pensamentos, com as mesmas palavras. Agora, como explicar tudo isso? Como compreender que o que nos ilumina pode não estar tão presente no nosso cotidiano, enquanto aquilo que vive conosco é tão alheio e distante? A vida pra mim nunca tinha feito muito sentido, nem achava que ela teria, agora muito menos. Acho que resposta para as minhas indagações não terei e talvez até seja bom que fique desse jeito. 

Hands Open!

Quando fico absurdamente nervosa (tipo agora) ao receber uma notícia inspiradora ouço "Hands Open" do Snow Patrol. Não por causa da letra, mas sim por conta da bateria e da voz do Gary, funciona como um relaxante muscular que vai me acalmando até o nervosismo e a ansiedade passarem. Por vezes os transformando em esperança e expectativa (tipo agora). Agora, mais calma torço para que possa alcançar a expectativa que essa notícia trouxe e realizar um sonho. 

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Siga esse som...

Em 2014 o projeto do "Siga esse som..." volta com uma proposta diferente. A cada mês vou colocar uma música de um artista novo, dessa nova e boa geração da música brasileira (e talvez internacional) que está se formando e conquistando o mundo. Além disso, tentarei colocar uma breve explicação sobre como conheci e algumas informações. 
Bom, o desse mês será o Dani Black, um fofinho de voz encantadora e músicas maravilhosas. O conheci graças ao grupo 5 a seco (que ainda aparecerão por aqui, com certeza) e desde então me encantei profundamente, virei fã e não deixo de "levá-lo" aos meus amigos e conhecidos como uma das minhas maiores influências musicais da atualidade. Por isso, foi bem difícil escolher apenas uma música para colocar aqui, contudo, tive que escolher. Sendo assim, segue a belíssima (e quem sabe a minha favorita) canção "Deixar o barco ir". Aproveitem e todo sucesso ao querido Dani Black!

Deixar o barco ir
Dani Black

Coisas que eu nem sei que são me dizem que é a hora

Coisas que eu nem sei se estão no vazio ou na memória

É, a vida anda a mil, eu sei

Quanta escolha fica fora, sem vez
Não, não quero nem falar, não
Só de lua e solidão
Lanço na maré o coração
Que de amor e de dor nos ensina
Quero ter a certeza

Como todos querem ter de que o que está por trás

É bem mais que água e pão
Bem mais que o sim e que o não
Que vale a pena estar aqui agora, tudo tem a sua hora
De achar o que procura

Pra que se desesperar? o coração verá...

Viver é navegar, é só deixar fluir
Pra que se desesperar? o coração será...
É só botar pra correr, deixar o barco ir
Pra que se desesperar? o coração verá...
Viver é navegar, é só deixar fluir
Pra que se desesperar? o coração será...
É só sorrir, cantar, olhar pra frente e agir
Deixar o barco ir


Para saber mais sobre o Dani Black:

domingo, 19 de janeiro de 2014

Começou futebol 2014!

A gente sabe que ainda há felicidade quando chega o grande dia, principalmente quando o grande dia marca o início do Campeonato Carioca (u-e-b-a-!). O primeiro passo do ano para a busca daquilo que não buscamos no ano anterior, ou quem sabe uma nova oportunidade para um recomeço. Ou talvez não, afinal um time que contém Fellipe Bastos (sim, ele voltou!), William Barbio (sim, ele voltou também), Reginaldo (ainda tentando descobrir como ele foi parar no Vasco!) e Diogo Silva (Ó God, why?) não poderia ter um resultado muio agradável. Tropeçamos em cima do Boa Vista quando estávamos ganhando. Ok que o nosso gol foi marcado pelo Reginaldo e que nas atuais circunstâncias, ou melhor, nas circunstâncias que envolvem o Vasco pelo menos nos últimos 1 ano e meio (pra ser bem boazinha!) qualquer um que marque gol está "ileso" de ser criticado (exceto o Bastos por razões de sim), mas não é mais tão bem assim que a banda toca. Falando nele que foi, ele voltou... ó God, qualé? Eu devia não ter me iludido ao passar uma semana comemorando quando ele foi emprestado ao Ponte Preta, porque né?! Não demorou muito pra voltar e arrebentar com toda a minha satisfação pela sua saída. Mas ok, agora não dá pra reclamar, quer dizer, claro que dá. O Bastos apenas perdeu um pênalti no jogo de ontem (depois nego diz que é implicância minha). O que me resta? Resta-me esperar por tempos melhores, ou partidas melhores ou o que quer que seja melhor. And GO VASCO!\o/ Porque no fim a gente sempre continua a acreditar. 

domingo, 12 de janeiro de 2014

onde quero estar é onde estarei.

Onde quero estar? Sei onde quero estar. Sei onde vou estar, mas apenas num futuro não agora. Até porque o estar agora é essencial para onde vou estar no futuro. A verdade é que já estive onde vou estar, por isso que quero tanto estar lá. Tudo isso pode parecer muito confuso, mas com um pouco de sonhos, perspectivas e compreensão do que quero facilita muito o entendimento. Não que seja obrigatório o entendimento por quem quer que seja, mas se caso alguém quiser saber é bom manter tudo esclarecido. Pra onde vou é um lugar muito lindo, que me faz muito feliz e que é de muita expectativa. Sonho com a minha  chegada lá, enquanto não acontece vou vivendo por aqui.

outra vez sobre ela.

Ela precisava  fazer a escolha certa, entre o ir e o não ir haviam muitos sentimentos e responsabilidades. Se fosse correria o risco de perder horas de estudos para a prova do dia seguinte, por outro lado, se não fosse perderia a chance de vê-lo novamente, alguém de quem muito gostava e que não via há algum tempo. Nesse dia, ela teve uma tarde terrível, de muita apreensão na faculdade. O que quase a levou a desistir de ir e retornar pra casa, afinal ela nem sabia se ele estaria lá. Contudo, algo em seu coração dizia que ela o veria e que era lá que deveria estar. Então foi, desamassou seu vestido colorido, arrumou o cabelo e saiu. Ela apenas não contava com a chuva que caia, seu vestido molhou e seu cabelo bagunçou todo. Não acreditava naquilo e torceu, pela primeira vez, que ele não aparecesse. Entretanto, ele estava lá, seus sentimentos tinham razão. Quando ele se aproximou puderam se falar, ele a fitou com os olhos cheios de carinho e com seu melhor sorriso encantador ignorando o cabelo todo bagunçado e o vestido todo molhado e agradeceu por vê-la novamente. Ela voltou pra casa feliz, com a sensação de que o que sentia e de como isso a afetava não poderia sobressair o que de fato é sentir. Então decidiu por não deixar que seus medos a afetasse e atrapalhasse, assim se tornou livre. No dia seguinte foi fazer sua prova feliz, sem medo o que resultou numa ótima nota.

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Primeiro post sobre futebol e já uma indignação

Este post é exclusivamente destinado a quem pouco se importa com futebol, mas que não vê a hora da Copa do Mundo começar. Agora me diz, como entender vocês? Passam o ano inteiro xingando todos os campeonatos, times (incluindo o time dos meninos que jogam aquela pelada de fim de tarde na rua) e torcedores, mas esperam ansiosamente por junho deste ano. Mas não se engane, você, parceiro que saca e torce pelo seu time que as pessoas que fazem isso entendem alguma mísera coisa do futebol. Não, meu caro, eles não entendem ou tão pouco querem saber, mas sabem criticar ferozmente. A troco de quê? Com certeza é muito mais fácil dizer "Ah, eu não gosto de futebol, isso é besteira coisa de gente desocupada que não tem nada pra fazer." Ah, vocês que dizem isso não sabem o carinho que tenho pela ignorância de vocês. Não gente, futebol não é coisa de desocupado, nem de homem, muito menos de gente ignorante que não sabe respeitar os outros. Sim, o futebol ensina e muda positivamente a vida de muitas pessoas. Não apenas muda como também melhora e ouso dizer até que salva. O futebol fez por mim o que ninguém foi capaz de fazer, o que você pessoa que diz que ele não presta não foi capaz de fazer, como pessoa, como humano. Concordo que o futebol não é perfeito, tem sim muita sujeira, muita corrupção, muita gente mau caráter que por vezes tiram o brilho e os encantos do futebol. Contudo, a história dos times, a superação, a honra, o espírito de equipe e tudo de bom que o futebol traz consigo e com que o conhece tem o poder de superar tudo. Agora não me venha você que não sente, não sabe e não quer saber de futebol que não vê a hora da copa chegar pra ter dias livres, pra não trabalhar, não estudar, não fazer nada por ninguém e ainda achar que é uma das melhores e mais espertas pessoas do mundo.

Até quando?

Agora tentar ser feliz virou arranjar ideias malucas. Até quando as pessoas vão ficar intuindo razões e achando que são detentoras da vida dos outros? Até quando será preciso se suprir de tristezas e limitações pra que quem acha que tem o poder de mandar nos nossos sonhos continue se sentindo assim? Por que é preciso fazer isso assim? Qual o mal que causa ter sonhos, acreditar e procurar formas para que eles se realizem? Já cansei disso tudo, de limitar sonhos, de não ter com quem compartilhar sinceramente desejos e ter que esquecer ou deixar pra lá. Não, eu não quero mais esperar. Sim, quero sair por aí, ir à onde precisar e desejar. Conhecer o que tiver pra ser conhecido e ver tudo que quiser, porque a vida não é pra sempre e nessa brincadeira de se limitar já se passaram 20 anos e eu já estou cansada desse isolamento.

domingo, 5 de janeiro de 2014

Chegou ano novo!

Diz que eu ia escrever um texto sobre toda essa história de ano novo e que estava sendo mega influenciada pelo blog de um amigo, contudo resolvi contrariar as influencias e mesmices cotidianamente anuais, sendo assim por não fazê-lo. Primeiro, porque estou determinada a nào criar qualquer expectativa que seja para esse ano (se der certo levarei isso pra vida) e segundo que eu não tinha nada pra dizer mesmo. Nem ao menos o que quero ou espero, vou na vibe do não pensar demais, não sentir demais, não "extremizar" o que realiza o meu existir. Por mais estúpido que possa parecer faz bastante sentido nessa minha cabeça, por vezes, confusa. Então, que 2014 seja o que tiver que ser e estou nem aí.