domingo, 28 de julho de 2013

Olê, olá... Com o Reizinho chegamos lá!

Talvez eu tenha me engando ao dizer que "uma andoria só não faz verão", fato que se comprovou após a reestreia do Juninho Pernambucano no Vasco contra o Fluminense. O que eu vi foi um Vasco totalmente diferente, bem mais organizado que nas partidas anteriores. É certo que não estamos 100% e que ainda tem muito a ser feito, que a nossa defesa (eternamente a nossa defesa!:X) ainda está muito distante da ideal (comprova-se isso pelas falhas ocorridas no jogo do Criciúma e nos outros também). Contudo, só a chegada do Juninho mudou completamente o quadro apático que tínhamos (até o Pedro Ken, gente, correu e se esforçou!), obviamente ainda falta o Éder "mitando" (acontecimento que espero do fundo do meu coração que ocorra, ainda mais com a chegada do Fágner). Apesar do que ainda tem para ser feito, tenho a dizer que não errei ao comentar que esperava que o Juninho contagiasse os demais jogadores com o amor  que ele sente pelo time e isso tenho certeza que ele fez e vai continuar fazendo. Em breve estarei em São Januário realizando um sonho e sentirei esse amor maior do que nunca (apesar de, possivelmente, não ir assistir ao jogo. :/). Mas, enfim, estarei no Caldeirão e não vejo a hora desse dia mais feliz chegar.

domingo, 21 de julho de 2013

...

Ao que sei, ao que me convém.
Nada parece certo.
Nada está em seu lugar.
Se sou eu que não me encontro.
Se sou eu que não estou onde deveria.
Se tudo tiver certo e eu não?
De que me vale viver e ser eu aqui?
Se os caminhos são tortuosos
E a luz no fim do túnel não existe.
Como solucionar?
Ao que nada mais sei, ao que não mais me convém...
Ainda resta existir e fazer disso o viver.

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Recomeço desagradável.

Brasileirão recomeçou e nada de bom teve o Vasco. Na esperança de um recomeço vitorioso optei por não comentar nada, contudo os ventos soprados na nossa direção estão nos levando à um lugar que não se pode considerar como vitorioso. A verdade é que estamos mau, o time está ruim, péssimo, uma verdadeira desgraça, descendo a ladeira do desespero rumo ao fracasso eterno. Aí alguém pode dizer "Nossa, Talissa, que drama exagerado é esse?" e eu respondo "Não é drama, é a realidade!". Muda técnico, muda time só não muda a fixação em colocar o Bastos e o Éder em campo. Vendeu-se todos os jogadores realmente bons e contratou-se meia dúzia de faz nada em campo. A impressão que tenho é que todos os jogadores contratados foram jogar no Vasco contrariadíssimos e que por conta disso estão pouco se lixando se o time vai bem ou mal. Isso fica mais evidente a cada jogo e claro no rosto de alguns jogadores, como por exemplo, o Pedro Ken, por favor, o rosto desse "homi" é o desânimo, sério... Sinto-me muito mal ao vê-lo jogar e isso é desde a sua chegada no time. Raras foram às vezes que o vi jogando com vontade. Toda essa desaminação ficou absurdamente clara no Campeonato Carioca e agora, no Brasileiro, não tem sido diferente. Outra fonte causadora de taquicardia em mim (creio que em todos os outros torcedores do Vasco também) é o Nei. Gente, ninguém o aguenta mais, muitas foram as razões para isso. Creio que a gota d'água (pelo menos pra mim) foi no jogo contra o Inter, o que foi aquele gol contra? Juro que foi o gol contra mais consciente que já vi na minha vida e ainda mais sendo o Inter, sua ex-casa, demonstra (ao meu vê) no mínimo uma vontade desesperada de retorno. E ainda por cima temos que vê-lo com a braçadeira de capitão (Quem, gente, permitiu isso?). Enfim, parece até que abriram a caixa de pandora no meio de São Januário. Contudo, ainda tem campeonato por aí... creio e espero que possamos nos recuperar de fato e sem contar que o Reizinho voltou e trouxe com si a esperança aos corações cruzmaltinos. Muito embora, sei que uma andorinha só não faz verão, muito menos milagres. Mas sem baixo astral, agora é torcer para que o Juninho contagie os outros jogadores com o amor que sente pelo Vasco e que os reforços, que sejam realmente reforços, venham e acrescentem algo de bom.

domingo, 7 de julho de 2013

Sinônimo de bagunça generalizada: minha cama!

Não basta usar a mesa, é de extrema necessidade que se use também a cama como depósito de todas as coisas que, esporadicamente, atrapalhariam a execução de um trabalho da FAUculdade (haha... perdoem!). Diante da impossibilidade de "largar tudo no chão para usar a mesa que encontra-se em uma constante desordem coerente", eis que a cama surge e cumpre, de forma eficaz, a função de detentora de livros, pastas, mochilas, calculadora, papeis, cadernos, mais livros, pendrive, celular, estojo, cabo usb, gabaritos, esquadros, tubo, caixinha do óculos, câmera, folhetos de propaganda, agenda, lanterna (pode acreditar!), durex, mouse e o notebook no qual escrevo este post. Embora pareça desconcertante e possível de se imaginar que todos estes materiais estejam despostos de forma bem "vida loka", contudo não. Definitivamente minha bagunça é de respeito e minimamente organizada, uma vez que consigo encontrar o que necessito em pouquíssimo tempo. No mais, é só. 

"Tempo de delicadeza"

Enquanto lia "Tempo de delicadeza" de Affonso Romano de Sant'anna deparei-me com inúmeras frases que faziam um sentido danado em minha vida e que serviam perfeitamente para um estopim de reflexão profunda. Eram o tipo de coisa que fazem a gente pensar "putz, todos deveriam ficar cientes disso!". Esse livro é imensamente lindo e cheio de delicadeza, fazendo jus ao nome, de leitura fácil, sutil e divertida. Sendo de uma sinceridade encantadora. Acredito que seja exatamente disso que precisamos, de um "tempo de delicadeza" que possa invadir e "essencializar a vida", vida essa que é "uma gafe permanente e divertida" e que merece ser vivida da melhor forma possível. 

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Siga esse som...

Bem, julho chegou...
1° de Julho
Cássia Eller

Eu vejo que aprendi
O quanto te ensinei
E é nos teus braços que ele vai saber
Não há por que voltar
Não penso em te seguir
Não quero mais a tua insensatez

O que fazes sem pensar aprendeste do olhar
E das palavras que guardei pra ti
Não penso em me vingar
Não sou assim
A tua insegurança era por mim

Não basta o compromisso
Vale mais o coração
Já que não me entendes, não me julgues
Não me tentes
O que sabes fazer agora
Veio tudo de nossas horas
Eu não minto, eu não sou assim
Ninguém sabia e ninguém viu
Que eu estava a teu lado então
Sou fera, sou bicho, sou anjo e sou mulher
Sou minha mãe e minha filha,
Minha irmã, minha menina
Mas sou minha, só minha e não de quem quiser
Sou Deus, tua deusa,meu amor
Alguma coisa aconteceu
Do ventre nasce um novo coração

Não penso em me vingar
Não sou assim
A tua insegurança era por mim
Não basta o compromisso

Vale mais o coração
Ninguém sabia, ninguém viu
Que eu estava ao teu lado então

Sou fera, sou bicho, sou anjo e sou mulher
Sou minha mãe e minha filha,
Minha irmã, minha menina
Mas sou minha, só minha e não de quem quiser
Sou Deus, tua deusa, meu amor
Baby, baby, baby, baby

O que fazes por sonhar
É o mundo que virá pra ti e pra mim
Vamos descobrir o mundo juntos baby
Quero aprender com o teu pequeno grande coração
Meu amor, meu Chicão...