sábado, 28 de dezembro de 2013

1, 2... teeeees-taaaan-dooo...

Bom, quero dizer que as postagens do blog estão comprometidas. Por que? Quem disse? Desde quando? Até quando? Para todas as perguntas uma única resposta que simplifica e não resolve nenhum problema ou talvez sim, ou seja, não sei. Não saber pode ser mais certo do que desenrolar uma narrativa de possibilidades e cair na chatice que se chama "tô enrolando pra vê se cola". Sendo assim, cabe aqui uma mísera explicação do que está acontecendo, antes que meu talento pra fazer drama domine a inutilidade deste post e comprometa a minha capacidade intuitiva de discorrer o acontecido. Sem mais delongas, absolutamente do nada o editor deste blog não quis mais editar por aquele botão (se é que se chama aquilo de botão, se tiver outro nome também não importa) que diz "Escrever" e cá estou escrevendo pelo "botão" ao lado que diz HTML (que eu não faço ideia do que significa e nem que dava para editar por ele). Agora, por que raios esse negócio que há quase 4 anos funcionava tão bem veio criar probleminhas logo agora? Não venham questionar que pode ser a conexão da internet porque não pode ser, já que troquei a minha velha internet defasada há 1 dia por uma que está fluindo supimpamente bem. Sem falar que até na antiga funcionava relativamente bem e eu nunca tive esse tipo de dificuldade. A verdade é que o cosmos influencia nas nossas vidas e que ninguém pode duvidar, nem questionar. E isso deve significar alguma coisa, inclusive esse post despropositado e sem embasamento técnico. Enfim, espero que seja algo passageiro e tudo retorne ao seu estado de normalidade, ou não.

...

Tentei não me iludir. Jurei que não levaria a sério. Fechei os olhos pra não perceber. Contudo, senti. Senti a dor amarga do desapontamento. Como um sorriso frouxo que se esvai em choro. Como um coração aflito que entende o que significa a razão e solta-se, liberta-se para não sentir mais. Virei-me para consolar-me do que já deveria saber, entoei versos para expressar em palavras carinhosas o sentimento findo. Abandonei o olhar apenas por pensar e preferir ouvir e sorrir, pois o sorriso não desmerece o coração. Ele constrói e reconstrói aquilo que se foi perdido. Sensibiliza e ameniza o meu sofrer.

...

Essas pessoas que entram muito rápido e muito fácil na minha vida, que me conquistam inesperadamente e encantadoramente são, sem sombra de dúvidas, as que mais me assustam e me preocupam. Pois imagino que elas com seus poderes avassaladores de me cativar podem ser avassaladoras também no quesito me entristecer e destruir tudo aquilo que faço-me acreditar. O que pra mim seria um xeque mate de xadrez de bruxo. Tudo isso pode soar absurdamente dramático e desnecessário, mas a ideia de sofrer deixa a minha liberdade presa o que não faria nenhum sentido se acontecesse. Tenho medo de me prender e perder aquilo que sonho e me arrepender profundamente. Se sou precipitada talvez isso seja apenas um detalhe. Não troco meus sonhos, voos e expectativas por aquilo que pode ser uma eterna decepção. Evitar pessoas tem sido uma opção que às vezes falha quando o coração resolve dá um pitaco. Principalmente quando meu mínimo lado otimista aponta para o meu máximo lado pessimista e diz "desta vez você pode estar errado." Contudo, ele responde "pode ser que não, mas você já se deu conta do contexto e das extremas diferenças?" Meu mínimo lado otimista cai na real e percebe que só o coração não é suficiente para a realização daquilo em que se sonha sentir. O sorriso amarelo angustiado se desfaz e um sorriso conformado surge com a sensação de que ele nunca deveria ceder seu lugar para o que lhe magoa.

domingo, 22 de dezembro de 2013

Sobre ela

Ela cantou os versos que diziam aquilo que queria ouvir, mas não sentia que era suficiente. Sorriu o sorriso sincero e espontâneo de quem muito precisa, mas pouco demonstra. Sabia que seu espaço não era ali e que tinha muito o que fazer para chegar onde sonhava. Entre seus livros e a realidade vivia imaginando e planejando maneiras de encontrar o caminho e os motivos para ser feliz. Muitas vezes se enganou ao se deixar levar pelos sentimentos e por achar que assim seria temporariamente feliz. Ela soube quando as lágrimas viriam e as esperou sorrindo por compreender que elas seriam necessárias para o momento e deixou que rolassem sem pressa ou razão. Sentia que às vezes chorar também era uma forma de se entender e encontrar uma satisfação ou um alívio. Ela caminhou por ruas estreitas solidarizando com o silêncio, descobriu que poderia estabelecer critérios para si e celebrar o que ainda tinha para existir. Certo dia ela amanheceu e percebeu que estava se perdendo, indo para além do que se sabe. Sabia que estava na fronteira do consciente, do real com os devaneios e ilusões. A partir de então deixou de se preocupar com o futuro e viver exclusivamente o presente. Sorrindo e buscando apenas o que estava ao seu alcance, nada a mais, nada a menos.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Siga esse som...

O "Siga esse som..." de dezembro finaliza o projeto em 2013, que teve o objetivo de trazer a cada mês uma canção que contivesse o nome do mês, por mais singelo que fosse. Foi de grande satisfação ter essa ideia e ter tido a possibilidade de colocá-la pra frente. Sendo assim, segue a última desse ano.

Foi no mês de dezembro
Anastacia

Moças dançam no ar
Coisas de que me lembro
E a canção de alguém
Foi no mês de dezembro

Dias de felicidade
E os cavalos na tempestade
São imagens a dançar
Que eu posso recordar

Dias de felicidade
E os cavalos na tempestade
São imagens a dançar
Que eu posso recordar

Muito tempo passou
E o fulgor da lareira
Na memória ficou
Disso eu sempre me lembro

E a canção de alguém
Foi no mês de dezembro

domingo, 8 de dezembro de 2013

Outra vez sobre o tempo

O tempo tem sido bem decisivo, em todos os aspectos. Quando a gente para pra pensar em tudo que já aconteceu, acontece e no que ainda vai acontecer é como se pudéssemos ver o tempo de modo concreto e existente. Isso se torna mais evidente quando nos damos conta das pessoas que estão e que vão entrando em nossas vidas. Nos caminhos que se cruzam despercebidamente e que, um dia, se tornam laços e fontes inesgotáveis de conhecimento e sorrisos admirados. Acho que o tempo tem sido detentor de uma caixinha de supresas, aprontando comigo constantemente e me mostrando que não há o que temer. O tempo está me dando uma lição incrível de que até mesmo uma despedida pode aproximar aquilo que partiu e que isso pode acontecer de uma forma sutil e feliz. Ele está aos poucos me mudando e, de certa forma, me encantando com tantas possibilidades existentes de ser feliz. Só é necessário um tanto de paciência para aguardar e compreender tudo que o tempo tem a nos dizer. Acho que estou aprendendo e indo nesse caminho.

domingo, 24 de novembro de 2013

Siga esse som...


Viagem de Novembro
Carlinhos Veloz

Foi uma vez
Numa triste tarde de novembro
Logo eu parti
E aos poucos te perdi de vista
E viajar foi como morrer
Só em saber que na manhã
Seguinte estaria assim tão distante
E não veria mais teu sorriso
A morte rondou minha cabeça
E conter tanta dor foi preciso
Amanheci
Era uma dia triste ainda
Em novembro
Te busquei em vão
E aos poucos lembrei da viagem
Mas estar aqui é como nem estar
Pois estás sempre comigo
Aqui no meu coração
O pensamento guiando
A saudade voa qualquer légua
Pra estar com as pessoas
Que mais amo
Estar aqui é como...

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Siga esse som...


Siga esse som de outubro é com o grande Milton Nascimento. :D

OUTUBRO
MILTON NASCIMENTO

Tanta gente no meu rumo
Mas eu sempre vou só
Nessa terra desse jeito
Já não sei viver
Deixo tudo deixo nada
Só do tempo eu não posso me livrar
E ele corre para ter meu dia de morrer
Mas se eu tiro do lamento um novo canto
Outra vida vai nascer
Vou achar um novo amor
Vou morrer só quando for
A jogar o meu braço no mundo
Fazer meu outubro de homem
Matar com amor essa dor
Vou
Fazer desse chão minha vida
Meu peito é que era deserto
O mundo já era assim
Tanta gente no meu rumo
Já não sei viver só
Foi um dia e é sem jeito
Que eu vou contar
Certa moça me falando alegria
De repente ressurgiu
Minha história está contada
Vou me despedir.

Duas décadas!

Fiz 20 anos, um "enfim!" com uma pitada de "nossa, que rápido!". A dúvida sobre a passagem do tempo e de que forma isso me atinge/atingiu/atingirá ainda é evidentemente confuso e sem perspectiva de resposta. Talvez ela venha com a maturidade e o aprimoramento da minha capacidade de compreensão da vida ou, talvez nunca venha. O importante é que nesses 20 anos (duas décadas oO') tanta coisa aconteceu, embora não tenha nem sido metade de tudo que ainda vai acontecer. Ainda fresquinha com a idade nova, mas já cheia de reflexões e balanços sobre a minha vida, seu peso, meu fardo, minhas sutis, contudo não menos importantes, experiências. Estou me incumbindo da dura responsabilidade em analisar 20 anos de história em alguns dias e encontrar algo que possa me orgulhar ou reconhecer e tentar mudar. Talvez isso seja amadurecer e, por sua vez, caminhar em direção ao futuro de forma mais clara ou talvez apenas um devaneio de quem está se dando conta das transformações internas e externas que antes eram ignoradas por si e pelos outros. Não sei a que conclusões irei chegar, mas acho que mais importante é, e sempre será, ser feliz de forma honesta e digna consigo mesma e, por consequência, com os outros.

20 anos! Feliz aniversário pra mim!E que muitos 23 de outubro ainda venham por aí...

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

2 meses!

Hoje completou 2 meses que fui à São Januário. Muito bom poder lembrar desta data a cada passar de mês, pois foi de extrema importância para mim. Só é meio difícil lidar com a saudade e a vontade de retornar o quanto antes, mas vou levando com a certeza de que ainda irei retornar muitas vezes a minha casa, meu caldeirão. 

OBS1.: Geeeeeeeente, o Ricardo Gomes! *--* Nunca na vida vou esquecer desse momento e da minha vontade de ficar pulando e gritando. Acho até que ainda não consegui expressar o que senti e o que sinto quando lembro do que aconteceu. Ele é muitíssimo educado e gentil. Conversamos e viramos amigos. haha'
OBS2.: Ainda sem ressentimentos pelo vácuo no Cris. hehe, mas ele parece estar querendo conquistar os vascaínos, talvez eu ainda me arrependa de o ter ignorado.
OBS3.: Devia ter invadido o campo e ido falar com as galeras do time, mas fica para a próxima! :)



sábado, 28 de setembro de 2013

Mais amor!

Ainda com vontade de voar, de sair por aí sentindo a brisa e vendo paisagens de lugares diferentes. Ando me cansando muito fácil do que está ao meu redor e quando penso que existem tantas coisas 'amor' no mundo que quase ninguém valoriza sinto mais vontade de caminhar por aí, descobrindo outros mundos para amar. Tá certo que nem todos veem e sentem da mesma maneira, nem espero que seja assim, pois se fosse não haveriam maneiras e perspectivas lindas e diferentes de ver a mesma coisa. E essa é uma das belezas da vida, poder aprender e ver com olhos dos outros. Mas nem todo mundo, na verdade acho que a maioria da pessoas que conheço são assim, se dispõem a permitir compartilhar o que veem e ver o que outros veem. É um exercício de amor, carinho e gentileza que não precisa muito esforço, só uma pitada de coração aberto e vontade de ser feliz. Acho que a minha ideia de felicidade se diferencia bastante do que o resto do mundo acredita. Se sou de todo uma exceção não sei, apenas sei que ainda não encontrei pessoas que compartilhem dos mesmos anseios, que venham aprimorar a minha existência e vivência. Ou talvez até os tenha encontrado, contudo por alguma razão que desconheço não sejamos destinados a viver na mesma presença. Não que eu não conheça ótimas pessoas que também saibam despertar sorrisos e sentimentos bons em mim, o que quero dizer é que falta compatibilidade de ideias, sentimentos, músicas, livros, vontades. Falta quem se interesse por aprender comigo e me ensinar, quem cante os meus versos, que  me encante com os seus, que imagine futuros, sonhos, que me ensine novas melodias e que me faça sentir tão sem fim. Enquanto não encontro essas pessoas vou vivendo em meus sonhos acreditando que elas existem. 

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Go Vasco!

Ah, o Vasco! Time lindo de viver, mas que tem vocação para fazer seus lindos e amados torcedores sofrerem como se não houvesse sofrimentos para o amanhã.  A verdade é que não está fácil conviver com essa situação (não mesmo!) que a cada dia parece piorar. Mesmo quando a gente vai bem se dá mal, é algo inexplicável, inadmissível, fora de brincadeira. Seja Brasileirão, seja Copa do Brasil... Não importa, dá errado e a gente perde. A torcida fica com cara de taxo e o jogadores falam em se esforçar pra reverter a situação, mas jogo após jogo fica tudo na mesma. Não sei mais o que pensar... Amo demais o Vasco e jamais vou abandoná-lo por qualquer eventualidade que se tenha, mas detesto vê-lo passar por essas situações, vê os jogadores correndo correndo e nada acontecendo, vê um "escravo de jó" de goleiros sem que nenhum se mostre confiante e pronto para defender o time. Nunca assisti à um jogo do Vasco num estádio, ao vivo, mas tive a oportunidade de ver um treino em São Januário e desde então o meu carinho e amor só aumentaram. Vi os jogadores, vi o Dorival, conheci o Ricardo Gomes e foi um dos momentos mais especiais da minha vida e que está longe de ser superado. Daí fico pensando se os jogadores que demonstram tanta displicência e falta de esmero (dessa vez sem citar nomes!) sabem, tem noção do que é, do que significa o Vasco pra cada torcedor, da história que cada pessoa que torce para o Vasco de verdade traz em si, da importância e da relevância que Vasco tem, que não é só um "torcer por um time", não é "só futebol" e não é "só uma partida". Nosso sentimento vai mais além do que 90 minutos num gramado e precisa ser visto, reconhecido e respeitado.

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Siga esse som...

                                       
Setembro com Beto Guedes é sempre melhor.

Sol de Primavera
Beto Guedes

Quando entrar setembro e a boa nova andar nos campos
Quero ver brotar o perdão onde a gente plantou juntos outra vez
Já sonhamos juntos semeando as canções no vento
Quero ver crescer nossa voz no que falta sonhar
Já choramos muito, muitos se perderam no caminho.
Mesmo assim não custa inventar uma nova canção que venha nos trazer
Sol de primavera abre as janelas do meu peito
A lição, sabemos de cor.
Só nos resta aprender...

domingo, 25 de agosto de 2013

Dobradinha futebolística de domingo!

Dobradinha futebolística de hoje foi quase que de todo magnífico. Primeiro o meu Vasco jogou contra o Corinthians, ficaram na base do 1 a 1 o que tirou o brilho do momento. Contudo pôde-se perceber o motivo pelo qual o Juninho é muito rei, inquestionavelmente divo e inimaginavelmente genial, isso graças ao toquinho diferencial que resultou no gol do André. Passe de mestre e sem ter melhor forma ou palavras para descrevê-lo ficarei apenas com a lembrança do lance. A "tosquice" do jogo foi a furada do Yotún seguida pela trombada do mesmo com o Abuda, foi tosco, foi feio, embora engraçado, mas que não se repita. Faz-se necessário um goleiro e com urgência, sério, o Diogo é bom, mas ainda não está totalmente pronto (sim, fico nervosa com ele). O Pedro Ken sumiu, apareceu, sumiu, apareceu, sumiu de novo e ficou nessa de mau-contato durante o jogo todo. Ele tem dessas coisas, já saquei. O Cris (ai não, gente, o Cris não!) foi ruim, sim ainda estamos sem muita sorte com os zagueiros (alguém já reparou que os carecas que vieram do sul não deram muito certo por aqui? Isso foi só um comentário, uma curiosidade, nada definitivo!). A minha surpresa foi o Marlone, jogou muito e mereceu marcar, mas ainda não foi. Apesar de ter sido empate, fiquei contente diante da prova de superioridade que o Vasco deu no segundo tempo, se jogássemos sempre assim seria maravilhoso. Agora, o segundo jogo da tarde/noite foi o Sampaio contra o Treze. O que dizer do Paio que, embora meio embaraçado no começo, jogou muito e mereceu o placar que teve? E olha que hoje não foi um dos melhores dias do Pimentex. A "tosquice" (sim, sempre tem uma ou mais, nunca se sabe!) dessa partida foi o segundo gol do Treze, o Rodrigo Ramos defendeu, a bola subiu reta e, pelo princípio da física (viva a gravidade, ou não!),  desceu. Eis que o Rodrigo tentou dá um jeito só com a munheca, mas é óbvio que não rolou e no vai-quem-vai o jogador do Treze levou a melhor e se jogou contra a bola em queda livre que entrou desconcertantemente no gol do Paio. Foi tosco, foi feio e que não se repita. Contudo nada que abalasse a integridade de fazer gols do Tubarão. Tivemos dois pênaltis ao nosso favor, bem marcados a propósito, fim de jogo com 4 para o Paio e 2 para o Treze. E rumo a série B, Paio! 

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Parabéns, parabéns!

A cada dia uma nova frase vai sendo escrita para a eternidade e nessa brincadeira de contabilizar frases, histórias já se tem 115 anos, completados exatamente hoje. O que dizer de ti que entrou na minha vida num momento tão delicado, de tamanha tristeza e que fez total diferença para que o meu mundo voltasse à ser colorido, com mais amor e esperança? Dificilmente alguém entende o motivo pelo qual és tão importante e especial, e eles nem precisam saber. Isso fica só entre nós. Vasco é mais que um time, é um amigo, uma felicidade, uma emoção, um amor, uma esperança, uma certeza, uma história, um sentimento que só pode ser vivenciado e que, por si só, já fez/faz/fará muita diferença na vida de várias pessoas. Parabéns pelo seu dia tão feliz, pelo 115 anos presente e fazendo nossas vidas bem melhores. Aos que não entendem o sentimento de liberdade que o futebol e que, no meu caso, o Vasco traz deixo o meu sorriso para que contagie os seus sentimentos e façam sentir pelo menos metade daquilo que sinto. 

Obs.: Nossa, estou muito feliz! Que essa felicidade se repita por muitos e muitos anos. 

Vasco! "São Januário, meu caldeirão!" 

sábado, 17 de agosto de 2013

Férias viajantes.

Voltei de 10 dias de nostalgia, reconhecimento e novidades, de experiências legais e momentos inesquecíveis. Ir à São Januário foi mais encantador do que esperava, conheci o Ricardo Gomes e assisti ao treino dos jogadores. Só não vi o Juninho, infelizmente, mas foi maravilhoso. Revi meus familiares e conheci meus priminhos. Enfim, foi muito bom. Ainda passei por Recife, meu eterno lugar amor. Muito embora eu tenha perdido os shows do Flávio Venturini e da Fernanda Takai, contudo ganhei um reply dela no Twitter. Haha 


Sim, é ele, o Ricardo Gomes! \o/

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Hey, ho, let's go!

Bom, está quase na hora de partir. Um até logo com vontade de adeus, pois a vontade de não voltar se faz maior e mais constante. Contudo, enquanto o adeus ainda não chega, contento-me em retornar e aguardar pela partida definitiva. Com a esperança de que a cada dia vivido ela se torna mais próxima, sendo isso que aumenta o meu desejo por viver e existir, por saber que em um futuro existe você e que, assim que possível , pode se tornar o presente. Vejo meus sonhos em você, quero estar contigo, quero morar em você. Já diria o Vinicius Calderoni, "por alguma razão que desconheço você veio morar dentro do meu querer" e isso se aplica muito bem. Vamos lá, Recife, torne-se real para mim. 

Obs1.: Chegando de madrugada no Rio de Janeiro, na volta, me encontrarei em seu território, Recife. Com o intuito de diminuir a saudade e reforçar minha vontade de você. 
Obs2.:Ser der na telha já fico por lá mesmo. Rs'

domingo, 4 de agosto de 2013

Siga Esse Som...


Chegou agosto e o tempo vai correndo diante dos nossos olhos. 

Balada de agosto
Zeca Baleiro

Lá fora a chuva desaba e aqui no meu rosto
Cinzas de agosto e na mesa o vinho derramado
Tanto orgulho que não meço
O remorso das palavras
Que não digo
Mesmo na luz não há quem possa
Se esconder do escuro
Duro caminho o vento a voz da tempestade
No filme ou na novela
É o disfarce que revela o bandido
Meu coração vive cheio de amor e deserto
Perto de ti dança a minha alma desarmada
Nada peço ao sol que brilha
Se o mar é uma armadilha
Nos teus olhos

domingo, 28 de julho de 2013

Olê, olá... Com o Reizinho chegamos lá!

Talvez eu tenha me engando ao dizer que "uma andoria só não faz verão", fato que se comprovou após a reestreia do Juninho Pernambucano no Vasco contra o Fluminense. O que eu vi foi um Vasco totalmente diferente, bem mais organizado que nas partidas anteriores. É certo que não estamos 100% e que ainda tem muito a ser feito, que a nossa defesa (eternamente a nossa defesa!:X) ainda está muito distante da ideal (comprova-se isso pelas falhas ocorridas no jogo do Criciúma e nos outros também). Contudo, só a chegada do Juninho mudou completamente o quadro apático que tínhamos (até o Pedro Ken, gente, correu e se esforçou!), obviamente ainda falta o Éder "mitando" (acontecimento que espero do fundo do meu coração que ocorra, ainda mais com a chegada do Fágner). Apesar do que ainda tem para ser feito, tenho a dizer que não errei ao comentar que esperava que o Juninho contagiasse os demais jogadores com o amor  que ele sente pelo time e isso tenho certeza que ele fez e vai continuar fazendo. Em breve estarei em São Januário realizando um sonho e sentirei esse amor maior do que nunca (apesar de, possivelmente, não ir assistir ao jogo. :/). Mas, enfim, estarei no Caldeirão e não vejo a hora desse dia mais feliz chegar.

domingo, 21 de julho de 2013

...

Ao que sei, ao que me convém.
Nada parece certo.
Nada está em seu lugar.
Se sou eu que não me encontro.
Se sou eu que não estou onde deveria.
Se tudo tiver certo e eu não?
De que me vale viver e ser eu aqui?
Se os caminhos são tortuosos
E a luz no fim do túnel não existe.
Como solucionar?
Ao que nada mais sei, ao que não mais me convém...
Ainda resta existir e fazer disso o viver.

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Recomeço desagradável.

Brasileirão recomeçou e nada de bom teve o Vasco. Na esperança de um recomeço vitorioso optei por não comentar nada, contudo os ventos soprados na nossa direção estão nos levando à um lugar que não se pode considerar como vitorioso. A verdade é que estamos mau, o time está ruim, péssimo, uma verdadeira desgraça, descendo a ladeira do desespero rumo ao fracasso eterno. Aí alguém pode dizer "Nossa, Talissa, que drama exagerado é esse?" e eu respondo "Não é drama, é a realidade!". Muda técnico, muda time só não muda a fixação em colocar o Bastos e o Éder em campo. Vendeu-se todos os jogadores realmente bons e contratou-se meia dúzia de faz nada em campo. A impressão que tenho é que todos os jogadores contratados foram jogar no Vasco contrariadíssimos e que por conta disso estão pouco se lixando se o time vai bem ou mal. Isso fica mais evidente a cada jogo e claro no rosto de alguns jogadores, como por exemplo, o Pedro Ken, por favor, o rosto desse "homi" é o desânimo, sério... Sinto-me muito mal ao vê-lo jogar e isso é desde a sua chegada no time. Raras foram às vezes que o vi jogando com vontade. Toda essa desaminação ficou absurdamente clara no Campeonato Carioca e agora, no Brasileiro, não tem sido diferente. Outra fonte causadora de taquicardia em mim (creio que em todos os outros torcedores do Vasco também) é o Nei. Gente, ninguém o aguenta mais, muitas foram as razões para isso. Creio que a gota d'água (pelo menos pra mim) foi no jogo contra o Inter, o que foi aquele gol contra? Juro que foi o gol contra mais consciente que já vi na minha vida e ainda mais sendo o Inter, sua ex-casa, demonstra (ao meu vê) no mínimo uma vontade desesperada de retorno. E ainda por cima temos que vê-lo com a braçadeira de capitão (Quem, gente, permitiu isso?). Enfim, parece até que abriram a caixa de pandora no meio de São Januário. Contudo, ainda tem campeonato por aí... creio e espero que possamos nos recuperar de fato e sem contar que o Reizinho voltou e trouxe com si a esperança aos corações cruzmaltinos. Muito embora, sei que uma andorinha só não faz verão, muito menos milagres. Mas sem baixo astral, agora é torcer para que o Juninho contagie os outros jogadores com o amor que sente pelo Vasco e que os reforços, que sejam realmente reforços, venham e acrescentem algo de bom.

domingo, 7 de julho de 2013

Sinônimo de bagunça generalizada: minha cama!

Não basta usar a mesa, é de extrema necessidade que se use também a cama como depósito de todas as coisas que, esporadicamente, atrapalhariam a execução de um trabalho da FAUculdade (haha... perdoem!). Diante da impossibilidade de "largar tudo no chão para usar a mesa que encontra-se em uma constante desordem coerente", eis que a cama surge e cumpre, de forma eficaz, a função de detentora de livros, pastas, mochilas, calculadora, papeis, cadernos, mais livros, pendrive, celular, estojo, cabo usb, gabaritos, esquadros, tubo, caixinha do óculos, câmera, folhetos de propaganda, agenda, lanterna (pode acreditar!), durex, mouse e o notebook no qual escrevo este post. Embora pareça desconcertante e possível de se imaginar que todos estes materiais estejam despostos de forma bem "vida loka", contudo não. Definitivamente minha bagunça é de respeito e minimamente organizada, uma vez que consigo encontrar o que necessito em pouquíssimo tempo. No mais, é só. 

"Tempo de delicadeza"

Enquanto lia "Tempo de delicadeza" de Affonso Romano de Sant'anna deparei-me com inúmeras frases que faziam um sentido danado em minha vida e que serviam perfeitamente para um estopim de reflexão profunda. Eram o tipo de coisa que fazem a gente pensar "putz, todos deveriam ficar cientes disso!". Esse livro é imensamente lindo e cheio de delicadeza, fazendo jus ao nome, de leitura fácil, sutil e divertida. Sendo de uma sinceridade encantadora. Acredito que seja exatamente disso que precisamos, de um "tempo de delicadeza" que possa invadir e "essencializar a vida", vida essa que é "uma gafe permanente e divertida" e que merece ser vivida da melhor forma possível. 

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Siga esse som...

Bem, julho chegou...
1° de Julho
Cássia Eller

Eu vejo que aprendi
O quanto te ensinei
E é nos teus braços que ele vai saber
Não há por que voltar
Não penso em te seguir
Não quero mais a tua insensatez

O que fazes sem pensar aprendeste do olhar
E das palavras que guardei pra ti
Não penso em me vingar
Não sou assim
A tua insegurança era por mim

Não basta o compromisso
Vale mais o coração
Já que não me entendes, não me julgues
Não me tentes
O que sabes fazer agora
Veio tudo de nossas horas
Eu não minto, eu não sou assim
Ninguém sabia e ninguém viu
Que eu estava a teu lado então
Sou fera, sou bicho, sou anjo e sou mulher
Sou minha mãe e minha filha,
Minha irmã, minha menina
Mas sou minha, só minha e não de quem quiser
Sou Deus, tua deusa,meu amor
Alguma coisa aconteceu
Do ventre nasce um novo coração

Não penso em me vingar
Não sou assim
A tua insegurança era por mim
Não basta o compromisso

Vale mais o coração
Ninguém sabia, ninguém viu
Que eu estava ao teu lado então

Sou fera, sou bicho, sou anjo e sou mulher
Sou minha mãe e minha filha,
Minha irmã, minha menina
Mas sou minha, só minha e não de quem quiser
Sou Deus, tua deusa, meu amor
Baby, baby, baby, baby

O que fazes por sonhar
É o mundo que virá pra ti e pra mim
Vamos descobrir o mundo juntos baby
Quero aprender com o teu pequeno grande coração
Meu amor, meu Chicão...

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Por um pouco de ar...

Ela se sentia sufocada no dia-a-dia corrido que vivia, sempre a mesma rotina, as mesmas pessoas que não contribuíam para o seu bem-estar. Sentia falta dos amigos, que agora estavam separados pela força das escolhas e da vida. Não queria voltar no tempo e mudar as escolhas e os fatos, queria apenas que as escolhas fossem mantidas, mas que ocorressem de outra forma. Sempre que pensava assim se sentia confusa e triste, talvez porque amava o que fazia, contudo não gostava do que estava ao seu redor e desejava fortemente que fosse diferente. No princípio achava que estava instigada ao novo que surgia e que seria melhor, só não contava com pessoas complicadas, a ausência e a saudade. Acreditava que era pura falta de sorte a vida estar se desenrolando daquela maneira. Foi quando percebeu que precisava parar e respirar, segurar o ar no pulmões e criar fôlego para continuar. Antes que todo o sentimento guardado viesse a tona e tornasse o cotidiano mais insuportável. Ela sabia que o tempo, assim como da primeira vez, passaria. Sabia que tudo aquilo não seria para sempre, que as pessoas que não contribuíam não seriam um peso a ser carregado pela eternidade e quem realmente importava estaria sempre por perto, indiferente fosse as escolhas e os caminhos tomados. Assim, numa inusitada tarde de quarta-feira, ela encheu seu coração de esperança e paz decidindo por não desistir, fazer o que tinha para ser feito e ser feliz. 

Mês nas vacas magras...

Mês de junho está meio paradão, não só aqui no blog com pouquíssimas postagens, mas também na minha vida de leitora ativa. Ao passo de ler trocentos livros ao mesmo tempo, eis que não dou conta de terminá-los à tempo de cumprir minha meta mensal de ler, no mínimo, 2 livros. Ao entender que faltam pouquíssimos dias para o término deste mês comprometo-me a terminar ao menos um e ficar dentro da meta. Espero que todos os acontecimentos da vida acadêmica agitada que estou tendo não prejudique meus momentos de leitura e que eu realmente dê conta de postar mais aqui. 

sábado, 22 de junho de 2013

Siga esse som...

Siga esse som... de junho é com "noites de junho" do encantador Flávio Venturini que inspira musicalmente qualquer um. Espero um dia ter a oportunidade de vê-lo cantar ao vivo. Enquanto isso não acontece, ficarei apenas com os aúdios, vídeos e letras. 

Noites de Junho
Flávio Venturini

Se você tivesse entrado
Na minha vida de outra maneira
Deixando a porta aberta
E a luz da sala acessa
Como se gostar fosse seu nome
O tempo e o modo do verbo
Da lenha queimando na fogueira

E nesse dia
Para sempre meu seria
Esses dois olhos claros
Que tem das noites de junho
O brilho de todas as estrelas

Porque seu nome quer dizer príncipe
Mas eu nunca serei sua princesa
Eu cheguei na hora incerta
Bati na porta errada
E não adiantou de nada confessar
O meu amor da vida inteira

E hoje quando finge
Que não me conhece
Você parece mais
Aquela estrela
Que brilha como duas
No frio das noites de junho
E no meu peito acende a fogueira.

sábado, 15 de junho de 2013

The perfect words never crossed my mouth!

Desde sempre a minha não facilidade com a oratória é figurinha carimbada em tudo que me proponho a fazer. Normalmente, tenho dificuldade de transmitir oralmente as ideias já consolidadas em minha mente. Talvez por ficar tanto tempo imersa no silêncio dos pensamentos eu tenha desaprendido a me comunicar, talvez eu até nem queira, de fato, me comunicar com uma grande quantidade de pessoas, considerando que seja algo eventualmente até desnecessário. Contudo, entendo a importância que existe na arte de falar bem e  o quanto devo me esforçar para superar isso, passando a me expressar mais. Fico pensando que com o passar do tempo torna-se mais complicado mudar. Comigo não seria diferente. Tamanha é a minha consciência dessa necessidade de mudança que por vezes participei de coisas que me levavam a obrigatoriedade de falar como, por exemplo, dar palestras (sim, acreditem eu já saí por aí dando palestras e falando pelos cotovelos). Sei que não foi suficiente para me tornar a pessoa mais faladora desse mundo, mas foi o suficiente para me mostrar que posso falar assim que estiver preparada e disposta, que depende unicamente de mim e que as outras pessoas (mesmo que queriam) não podem e nem vão me obrigar.

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Sobre o viver dela.

Uma vez ela pensara ser grande, mas não... Ainda era apenas uma garotinha que não sabia ao certo para onde ir, nem o que fazer. Sabia apenas de suas indecisões e incertezas. Sonhava e pensava muito e, talvez , por tanto o fazer nunca chegara a uma conclusão sobre o seu futuro. Sendo assim, seguiu na vida sem um rumo, sem exatidão ou sem se quer uma ideia do que a esperava. Entretanto, não se preocupava. Apenas seguia na direção que lhe fosse conveniente para o momento, sentia-se feliz e com sorte por viver assim. Sorria para as coincidências e inconveniências  que surgissem como se sempre fossem bem-vindas. Não via os problemas como se fossem o fim do mundo, os via apenas como algo a ser enfrentado. Nem se surpreendia quando apareciam, os considerava comuns e por vezes até necessário. Era de uma alegria constante, sorriso frouxo e lágrima sutil. Era leve, simples, radiante. Gostava de bailar sobre as ondas do mar numa dança desajeitada que a pertencia e identificava. Reconsiderava e relevava tudo, para ela não havia tempo ruim e nem nada que não pudesse ser resolvido. Era considerada do tipo rara e pelo mesmo  motivo, apesar de não fazer sentido, era tão ignorada e deixada solta. Até preferia que assim fosse para que não houvesse sofrimento, contudo acima de tudo era uma pessoa, que tinha sentimentos, era sensível até que com um certo exagero, embora de forma controversa não demostrasse. Ela não era perfeita, também sofria, se magoava e se enganava. Cometia erros como qualquer um, mas não se deixava levar pelos mesmos. Era uma criatura forte e perspicaz, ao passo que era frágil e ingênua. E  ainda assim, escolheu apenas por viver e assim fez.

domingo, 26 de maio de 2013

Considerações de um domingo a noite

Será que há necessidade que eu sempre perdoe tudo que me fazem, independe do estrago que tenha sido feito? Pergunto isso, porque só acho interessante perdoar uma pessoa e ela voltar a cometer as mesmas coisas. 
Uma vez, li em algum lugar, que perdoar não é esquecer e fingir que ficou tudo normal, mas sim apenas saber conviver, da melhor maneira possível, com o que aconteceu. Acho isso tão vago e tão ineficiente que fico triste só de pensar. 
A verdade é que não sou a melhor pessoa no mundo quando o assunto é perdoar, longe disso, sou altamente sentimental e desconfiada. Confiança quebrada é o tipo de coisa que me marca muito e que não consigo reestabelecer, embora já tenha tentado. Talvez, por isso, adotei ser inexpressiva (muito embora eu falhe miseravelmente de vez em quando!),  desacreditar em algumas coisas também faz parte de mim, desconfiar, manter-me em silêncio e esse tipo de coisa. Maneiras de proteção, apenas. 
Entretanto, voltando a questão inicial, eu estou cansada de ser o tempo todo legal, de sempre ter que perdoar, reconsiderar, relevar e acreditar que o que aconteceu não vai se repetir. Na verdade, estou cansada de me enganar ao acreditar nas pessoas. Queria ao menos uma vez que fosse tudo diferente, que não surgissem problemas e que não fosse eu a responsável pelas soluções ou pelo perdão. 

A lua

Ouvi dizer que a lua está linda, a julgar por ontem, não devo duvidar. Contudo, não fui conferir sua beleza. Uma vez que a ausência de uma saúde cem por cento não me permite ir até o quintal. Não me importo, já que a certeza que ela sempre estará lá linda, imponente e sempre pronta para ser admirada é evidente. Meu encantamento pela lua é claramente observado por quem quer que se aproxime de mim. Não só pelo que já postei aqui no blog, no twitter, no facebook, comentando com alguém ou se alguém já me observou numa noite qualquer de uma sacada ou janela qualquer da faculdade ou da minha casa. Meus sentimentos, ao ver a lua, sempre são renovados, como se admirá-la fosse um ritual sagrado que me enchesse de esperança e me fizesse compreender tudo que normalmente não compreendo. Funciona como uma imensa tranquilidade capaz de abrir minha mente, me fazer encontrar respostas e motivos para sorrir. Enfim, a lua sempre me faz bem e espero que assim continue. 

sábado, 25 de maio de 2013

Brasileirão 2013

Olê, olá... abriram as porteiras da felicidade e do puro estado de amor! Vamos todos cantar de coração, afinal hoje tem estreia do Vasco no Brasileirão. Bora renovar as esperanças, acreditar no nosso time e na capacidade dos nossos jogadores. O Gigante vai voltar com força total. A partida será às 18h30 em São Januário contra o Portuguesa. Vamos ganhaaaar, Vasco! 

domingo, 19 de maio de 2013

A gente vai lendo e vai se encontrando! rs

"... é só que às vezes as pessoas usam o pensamento para não participar da vida..."
(As vantagens de ser invisível)

Depois de ler isso pensei em mim, em como uso meus pensamentos para escapar da realidade. Até então não via isso como um problema, já que é algo que me satisfaz. Percebi que criei um mundo, uma vida dentro de mim e que cada vez mais sinto vontade de permanecer nela e me afastar do que é real, das pessoas. Não imagino até onde minha introspecção pode ir, sinceramente, também não vejo isso como um problema. Talvez até seja, mas continuo não o considerando assim. Não entendo como uma coisa que me faz feliz, viva pode ser um problema e o que me incomoda pode ser considerado com o certo. Talvez isso soe de forma torta e incoerente, mas afinal opiniões não foram feitas para serem sempre iguais. 
Não que eu não goste das pessoas e de tê-las por perto, até gosto, mas meus momentos sozinha são especiais demais. Gosto disso porque não espero ser compreendida ou entendida pelas outras pessoas e nem pretendo cobrar isso, mas em mim posso me entender, compreender meus gostos, meu jeito, meus sonhos, meus desejos, minhas ideias sem ouvir mensagens negativas de desmotivações ou reprovações. Posso ser eu de forma calma e serena ou zangada e angustiada, posso sorrir da minha imaginação e do jeito desajeitado, chorar meus medos e tristezas, ouvir minhas músicas boas e toscas, pensar nos meus ídolos e como seria se eu os conhecesse, planejar a realização de viagens à lugares que acho interessante. Não sei se  tudo isso faz de mim uma pessoa egoísta, não que eu não queira compartilhar essas coisas como os outros, apenas acho que não convém e me sinto bem tendo isso comigo. Importo-me bastante com quem está perto de mim, embora não permita a participação delas no que tenho em mim e prefira que seja assim. Não me sinto um livro aberto em que todos podem ler e conhecer, não seria feliz assim, não seria eu mesma se fosse assim. Talvez, no fundo eu não seja tão fechada quanto imagino e desejo que seja, prova disso é esse post que acabei de escrever (hahaha). Acho que continuarei lendo o livro e me encontrando em outras partes,  para que, quem sabe, assim eu possa me descobrir e melhorar.  

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Siga esse som...


Maio, mês dos aniversários mil, tem Siga Esse Som com a linda canção "Vento de maio", que acompanha a minha existência desde os tempos mais remotos (oi?), enfim... 

Vento de maio
Lô Borges

Vento de maio rainha de raio estrela cadente

Chegou de repente o fim da viagem
Agora já não dá mais pra voltar atrás
Rainha de maio valeu o teu pique
Apenas para chover no meu piquenique
Assim meu sapato coberto de barro
Apenas pra não parar nem voltar atrás
Chegou de repente o fim da viagem
Agora já não dá mais...
Vento de raio rainha de maio estrela cadente
Chegou de repente o fim da viagem
Agora já não dá mais pra voltar atrás
Rainha de maio valeu o teu pique
Apenas para chover no meu piquenique
Assim meu sapato coberto de barro
Apenas pra não parar nem voltar atrás
Rainha de maio valeu o teu pique
Apenas para chover...
Nisso eu escuto no rádio do carro a nossa canção
Sol girassol e meus olhos abertos pra outra emoção
E quase que eu me esqueci que o tempo não pára
Nem vai esperar
Vento de maio rainha dos raios de sol
Vá no teu pique estrela cadente até nunca mais
Não te maltrates nem tentes voltar o que não tem mais vez
Nem lembro teu nome nem sei
Estrela qualquer lá no fundo do mar
Vento de maio rainha dos raios de sol
Chegou de repente o fim da viagem
Agora já não dá mais pra voltar atrás
Rainha de maio valeu o teu pique
Apenas para chover no meu piquenique
Assim meu sapato coberto de barro
Apenas pra não parar nem voltar atrás
Rainha de maio valeu o teu pique
Apenas para chover no meu piquenique...

OBS.: Parabéns pra galerinha amiga, cute-cute, mais linda e especial: Manu, Bruno, Flamilla, Arthur, Filatelfe e Hudson. Parabéns também para os conhecidos legais: Larissa, Rosália, Rodrigo, Enéas, Ana Paula, Juliana, Mayara, Jéssica, Amanda, Ayrton, Gilberto, Mariângela, Carol e Allan.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

O que quero!

Queria rodopiar, sentir a breve leveza me levar. Viver poderia ser mais simples, ou talvez até seja, mas complicamos tanto que deixamos de enxergar a sutileza do viver. Ou até, quem sabe, a simplicidade e a sutileza não sejam direito de todos. Talvez eu não esteja incluída no grupo dos que tem esse direito, mas não importa. Ainda quero rodopiar sentindo a breve leveza me levar, quero a brisa gentil sorrindo no meu rosto e a sensação de liberdade ao meu redor. Quero seguir por um caminho diferente com palavras, flores, nuvens, brisas e sons harmoniosos. Quero, com a minha desafinação, cantarolar meus refrões favoritos. Quero me encantar com paisagens e desfrutar do pôr-do-sol como se fosse um evento único e que nunca mais fosse se repetir, quero admirar a lua e seus traços românticos. Sorrir sozinha das ideias e imaginação fantasiosa, suprir curiosidades e ser livre para caminhar e voltar sempre que possível. Sentir a noite transcorrer diante letras e páginas e, ainda, ver a dança das estrelas no céu. Quero sentir os pingos da chuva   molhando meu rosto de forma crescente e deixando tudo mais limpo. E, por fim, sonhar, sonhar muito, sem medo e sem complicações.  

quarta-feira, 1 de maio de 2013

...

Enfim acho que a música que diz "insisto por saber que devo" deixou de fazer sentido, pelo menos em alguns aspectos, para mim. Sinceramente nem estou preocupada com isso, afinal insistir em sentimentos não tem sido minha prioridade desde 4 anos atrás (nem postei nada sobre isso, afinal ontem completou 4 anos de falecimento da minha vovis, pensei em muita coisa, no que escrever, mas nada suficientemente bom para transmitir aquilo que estava sentindo, por isso resolvi por deixar pra lá, coisa que tem sido bastante frequente em minha vida). 
No que insisto agora? Não sei, nem faço questão de sair por aí pensando nisso, não vale a pena, pelo menos eu não quero que valha. Não quero causar-me preocupações desnecessárias e repentinas por motivos que são irrelevantes. Venho fazendo "vista grossa" para tanta coisa (putz, galera nem imagina o quanto!), venho me resumindo à suspiros e olhares revirados, falando nisso até que tenho me saído bem na nova (ou nem tão nova!) forma de agir. E vida que segue, com mais suspiros e "deixadas de lado".

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Dia do goleiro!

Sim, caros amigos, esta classe tão digna (que sofre pra caramba em dias ruins) tem seu dia absurdamente especial e mais que merecido, of course! Aos goleiros que tem em suas mãos a responsabilidade de um time, que jogam com as mãos, pernas, pés, cabeça, ombro e tudo que for necessário para uma defesa e para nossa alegria. Parabéns por proporcionarem a nossa paz e tranquilidade em defesas incríveis. Em especial aos goleiros vascaínos: Alessandro, Michael Alves e Diogo Silva, ao ex-vasco Fernando Prass, eterno Muralha da Colina, ao digníssimo Carlos Germano, ídolo! Ao grande goleiro do Botafogo Jefferson, ao grandíssimo e digníssimo Marcos ex-palmeiras, ao Rogério Ceni do São Paulo, ao Rodrigo Ramos do Sampaio e tantos outros. 

domingo, 21 de abril de 2013

Geeente, que coisa!

O último post foi sobre o Vasco e, mal esperava eu, que tantas coisas fossem ocorrer. O negócio é o seguinte, ganhamos o jogo contra o Quissamã (pelo menos isso!), perdemos o Dedé para o Cruzeiro (baque tão grande *bizarro* quanto a saída do Prass para o Palmeiras), pagamos algumas de nossas dívidas e, puf, a transferência do Dedé foi bloqueada pela Fazenda Nacional por causa da nossa linda dívida com eles e lá vai o coitado do Dedé ficar impossibilitado de jogar, pra piorar a situação já gastamos o dinheiro da venda do Mito (hahahaha, não!) e ontem nós perdemos para o Madureeeeeeeeiiiraaaa. É, minha gente, mais lascados sem perspectiva de melhoras repentinas que "nóis" só dois de "nóis" (hahahaha, bom humor é tudo! SQN). Contudo, como nem tudo é tristeza... hoje é aniversário do nosso lindo e encantador São Januário (o Janú), 86 anos de histórias, vitórias, lutas, viradas, fases boas e fases péééééssimas. Nossa casa, abrigo, lar, que construímos e nos orgulhamos tanto. Pelo menos São Janú ninguém vende e nem bloquei (assim esperamos e aguardamos que seja!). Parabéns, Janunu! Um dia estarei lá e tirarei uma foto, Amém!

sábado, 13 de abril de 2013

Vasco x Quissamã

"Sáááááááábado de sol, aluguei um caminhão..." não, pera! Nem sol e nem caminhão para irmos assistir ao Vasco, em São Janú, jogar contra o Quissamã às 16h. Diante de todos os acontecidos não é se surpreender que não estejamos absurdamente empolgados (pelo menos eu não estou! ¬¬). Sim, adoraria dizer o contrário, mas mentir não é algo bonito de se fazer, portanto, não o farei. Confesso que estou totalmente aérea das notícias mais internas do clube. Sei que não deveria, mas enfim nada é de fato como deveria ser. Contudo, estou ciente dos dias e horários dos nossos jogos e torço para que dê tudo certo. Além de que estou com vontade de confiar no trabalho do Paulo Autuori (até que ele venha com ideias de colocar o Bastos! Hahaha, não.) Enfim, hoje não poderei acompanhar o jogo (mimimi!:/), entretanto estarei onde estarei torcendo muito para que possamos conquistar a vitória. Go Vasco! \o/

Siga esse som...

Bem, em abril temos "April" de Deep Purple. Uma canção bem interessante. ^^ 

April
Deep Purple

April is a cruel time
Even though the sun may shine
And world looks in the shade as it slowly comes away
Still falls the april rain
And the valley's filled with pain
And you can't tell me quite why
As i look up to the grey sky
Where it should be blue
Grey sky where i should see you
Ask why, why it should be so
I'll cry, say that i don't know

Maybe once in a while i'll forget and i'll smile
But then the feeling comes again of an april without end
Of an april lonely as they come
In the dark of my mind i can see all too fine
But there is nothing to be done when i just can't feel the sun
And the springtime's the season of the night

Grey sky where it should be blue
Grey sky where i should see you
Ask why, why it should be so
I'll cry, say that i don't know
I don't know


sexta-feira, 5 de abril de 2013

3 anooooooooos!!!

Bolo lindo retirado do blog
http://docurasebelezuras.blogspot.com.br


Beeeeeeeem amigos, hoje é um dia super, hiper, mega comemorativo. Pois este blog lindo da minha vida está completando 3 aninhos!!!Siiiiim, essa gracinha preciosa que faz de mim alguém que se sente livre ao expressar tudo aquilo que pensa do seu jeitinho está mais um aninho aqui. Que seja assim, então, que muitos aniversários ainda venham por aí para fazer com que a noção de tempo venha me surpreender, dando aquela nostalgia engraçada tão boa de sentir. <3 span="">

domingo, 24 de março de 2013

Ainda por aqui...

Devido a ausência temporária de posts desde a última publicação venho aqui fazer um resumão de tudo que aconteceu nesses últimos tempos, não só sobre o recomeço na faculdade como também pelo Vasco. Sim, desde a final da TG não o citei mais. Até, é claro, que senti a necessidade de expor os motivos pelos quais optei pelo silêncio escrito. É certo que tenho acompanhado as notícias e assistido aos jogos (2 até agora), contudo nada de motivador, uma vez que perdemos os dois jogos, nosso técnico saiu, Dedé está com uma virose ficando afastado e nos encontramos na lanterna do grupo na Taça Rio. Ok, sei que parece que estamos mergulhados num mar de desgraças sem fim, mas também temos novidades boas. Por exemplo, a chegada do técnico Paulo Autuori que já declarou seu amor ao Gigante, o que é algo de grandíssima valia, pois traz para nós torcedores a esperança de ter alguém com o mesmo sentimento nosso no comando do time para passar e despertar no jogadores esse mesmo sentimento. Fica aqui os desejos de boa sorte e o nosso apoio ao Paulo.
Já o recomeço de semestre na faculdade não foi bolinho não (e quem disse que seria? ¯\_(ツ)_/¯hospedagem de site). Muitas coisas para fazer e já na primeira semana os professores (geeente, até agora estou amando todos!) passaram resumo para entregar e trabalho para apresentar (geeente, eles não brincam em serviço). Nem me importo por já ter coisas a fazer, uma vez que estava aguardando ansiosamente por isso (hehe!). Feliz demais por estar no 3º período e me interessando ainda mais pelo curso. A

sábado, 16 de março de 2013

Aberta a temporada do "então, tá... tô deixando pra lá!"

Nada de brincadeiras que agora é só seriedade nos fatos. Depois de tanto ameaçar (dentro do meus pensamentos profundos e íntimos) resolvi por trazer à existencialidade tais ameaças. Através desta venho tornar oficial o fato de que eu estou deixando pra lá. Sim, caríssimos e digníssimos, deixando pra lá tudo que me deixa pra lá. Alguns envolveriam Newton nessa história dizendo que é só a lei de Ação e Reação. Na real não deixa de ser, mas pretendo não levar eventuais discussões para o estudo e a aplicação da física. Até por que isso envolveria toda uma dinâmica (se é que vocês me entendem!). Enfim, decisão tomada. Espero cumpri-la veemente, afinal, preciso parar de ser coração molenga e bobo.